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Poder

“Me deixem desencarnar, ainda não desencarnei”

Dita e redita por Lula, ainda ontem, mais uma vez, a frase deixa no ar uma pergunta: quando o ex-presidente vai permitir que o governo Dilma Rousseff, finalmente, deixe de ser uma sombra do culto sua personalidade?

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Marco Damiani, Brasil 247 _ O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua se comportando como se não tivesse, ainda, seis meses depois da posse de Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, deixado o poder. Ao ser aplaudido de pé, por cerca de três minutos, no 2º Encontro de Blogueiros Progressistas, em Brasília, Lula admitiu, mais uma vez, que ainda se sente com a faixa verde e amarela no peito. “Me deixem desencarnar, ainda não desencarnei”, disse ele aos jornalistas que o cercaram à cata de uma entrevista.

Na verdade, os jornalistas não têm nada a ver com o desencarnar de Lula da Presidência. Essa é uma questão dele para com ele mesmo – e da qual a presidente Dilma parece ser a vítima número um. A cada vez que diz que não desencarnou do cargo – e lá se vão, repita-se, seis meses desde a transmissão do poder --, Lula não apenas mostra um apego exagerado pelo cargo, como chega, por isso, a atrapalhar o desenvolvimento do governo Dilma. Menos mal que ela própria, a partir da demissão do chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, parece estar se desencarnando do homem que lhe faz sombra.

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