Ministro do STF defende renúncia de Mercadante

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello defendeu que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, renuncie ao cargo até que as suspeitas de que tenha tentado beneficiar o senador Delcidio Amaral (PT-MS), preso pela Operação Lava Jato, sejam esclarecidas; "Por muito menos, um auxiliar direto do presidente Itamar Franco (Henrique Hargreaves, então chefe da Casa Civil) deixou o cargo para apurarem os fatos e depois retornou. Essa seria a postura adequada, mas no Brasil ela não é observada", disse, sobre um eventual pedido de prisão contra Mercadante, ele disse que "é hora de nós atuarmos com serenidade e temperança tanto quanto possível, apurando para, selada a culpa, prender, não se invertendo a ordem natural. E a ninguém interessa a essa altura incendiar o Brasil"

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello defendeu que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, renuncie ao cargo até que as suspeitas de que tenha tentado beneficiar o senador Delcidio Amaral (PT-MS), preso pela Operação Lava Jato, sejam esclarecidas; "Por muito menos, um auxiliar direto do presidente Itamar Franco (Henrique Hargreaves, então chefe da Casa Civil) deixou o cargo para apurarem os fatos e depois retornou. Essa seria a postura adequada, mas no Brasil ela não é observada", disse, sobre um eventual pedido de prisão contra Mercadante, ele disse que "é hora de nós atuarmos com serenidade e temperança tanto quanto possível, apurando para, selada a culpa, prender, não se invertendo a ordem natural. E a ninguém interessa a essa altura incendiar o Brasil"
Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello defendeu que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, renuncie ao cargo até que as suspeitas de que tenha tentado beneficiar o senador Delcidio Amaral (PT-MS), preso pela Operação Lava Jato, sejam esclarecidas; "Por muito menos, um auxiliar direto do presidente Itamar Franco (Henrique Hargreaves, então chefe da Casa Civil) deixou o cargo para apurarem os fatos e depois retornou. Essa seria a postura adequada, mas no Brasil ela não é observada", disse, sobre um eventual pedido de prisão contra Mercadante, ele disse que "é hora de nós atuarmos com serenidade e temperança tanto quanto possível, apurando para, selada a culpa, prender, não se invertendo a ordem natural. E a ninguém interessa a essa altura incendiar o Brasil" (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello defendeu que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, renuncie ao cargo até que as suspeitas de que tenha tentado beneficiar o senador Delcidio Amaral (PT-MS), preso pela Operação Lava Jato, sejam esclarecidas. Segundo ele, "o que está na praça estarrece".

Em seu depoimento de delação premiada à Justiça, Delcídio afirmou que Mercadante teria oferecido dinheiro e ajuda para que ele saísse da prisão e evitasse a cassação desde que ele não firmasse um acordo com a Justiça.

"Hoje, o que nós vemos é que há um apego maior aos cargos. Por muito menos, um auxiliar direto do presidente Itamar Franco (Henrique Hargreaves, então chefe da Casa Civil) deixou o cargo para apurarem os fatos e depois retornou. Essa seria a postura adequada, mas no Brasil ela não é observada", disse Mello.

"O que está na praça estarrece. É um momento triste para todos nós. Isso gera uma decepção incrível. Eu não esperava vivenciar o que nós estamos vivenciando hoje. Estamos todos nós, o povo brasileiro está surpreso e perplexo. A que ponto nós chegamos! E parece que ainda não é o ponto final", afirmou.

O magistrado disse, ainda, apesar da gravidade das suspeitas contra Mercadante, a delação premiada consiste apenas na versão do investigado, mas que os indícios podem ser usados na eventualidade de denúncias contra pessoas citadas nos depoimentos.

"Caberá ao ministro Teori avaliar (sobre uma possível prisão de Mercadante). É hora de nós atuarmos com serenidade e temperança tanto quanto possível, apurando para, selada a culpa, prender, não se invertendo a ordem natural. E a ninguém interessa a essa altura incendiar o Brasil", ponderou.

 

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