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Ministros do TSE avaliam se Bolsonaro cometeu abuso de poder político e propaganda eleitoral antecipada em live

Bolsonaro precisará formalizar as acusações que fez contra a urna eletrônica e o sistema eleitoral até o dia 2 de agosto, após o recesso do Judiciário. Teses de alguns crimes estão nas mesas dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral

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Fachada do TSE e Jair Bolsonaro (Foto: ABr | Reprodução)
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247 - Após disparar mentiras em série na live transmitida em suas redes sociais nesta quinta-feira (29), Jair Bolsonaro terá de apresentar provas concretas das acusações que fez contra o sistema eleitoral brasileiro ao Tribunal Superior Eleitoral até o dia 2 de agosto, na retomada dos trabalhos após o recesso do Judiciário.

A apresentação do material oficial deve ser feita em resposta a uma ação que questiona as provas que ele tem para questionar a credibilidade da urna eletrônica. Apesar de ter anunciado que apresentaria provas na live desta quinta, Bolsonaro só relatou desinformações que já haviam sido desmentidas anteriormente e até o vídeo de um astrólogo acupunturista de árvore.

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Mas ministros do TSE estudam novas frentes, informa a jornalista Daniela Lima, da CNN. Ao usar a estrutura da Presidência e TV pública, Bolsonaro pode ter cometido abuso de poder político ou propaganda eleitoral antecipada - alguns tipificados apenas no âmbito eleitoral. Outra possibilidade é o crime de responsabilidade.

O Judiciário prepara uma resposta dura. Na próxima semana, o presidente do STF, Luiz Fux, deve se encontrar com ele e com os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco. O presidente também foi chamado de “moleque” por um ministro do Supremo que preferiu não se identificar.

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