Moraes na sabatina: “Não tenho nada contra quem advoga para o PCC”

Sabatinado pela Comissão do Senado, Alexandre de Moraes, indicado a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), negou ter sido advogado do grupo criminoso PCC; afirmação foi feita em resposta a um questionamento enviado por um internauta. Para a sabatina, o Senado pediu perguntas do público que poderiam ser feitas para o ministro da Justiça licenciado; "Uma primeira observação: não tenho nada contra quem exerce a advocacia, em relação a qualquer cliente, inclusive o PCC (Primeiro Comando da Capital). A Justiça só pode julgar se tiver uma defesa técnica. Mas eu jamais fui advogado do PCC e de ninguém ligado ao PCC", afirmou

Sabatinado pela Comissão do Senado, Alexandre de Moraes, indicado a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), negou ter sido advogado do grupo criminoso PCC; afirmação foi feita em resposta a um questionamento enviado por um internauta. Para a sabatina, o Senado pediu perguntas do público que poderiam ser feitas para o ministro da Justiça licenciado; "Uma primeira observação: não tenho nada contra quem exerce a advocacia, em relação a qualquer cliente, inclusive o PCC (Primeiro Comando da Capital). A Justiça só pode julgar se tiver uma defesa técnica. Mas eu jamais fui advogado do PCC e de ninguém ligado ao PCC", afirmou
Sabatinado pela Comissão do Senado, Alexandre de Moraes, indicado a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), negou ter sido advogado do grupo criminoso PCC; afirmação foi feita em resposta a um questionamento enviado por um internauta. Para a sabatina, o Senado pediu perguntas do público que poderiam ser feitas para o ministro da Justiça licenciado; "Uma primeira observação: não tenho nada contra quem exerce a advocacia, em relação a qualquer cliente, inclusive o PCC (Primeiro Comando da Capital). A Justiça só pode julgar se tiver uma defesa técnica. Mas eu jamais fui advogado do PCC e de ninguém ligado ao PCC", afirmou (Foto: José Barbacena)

247 - Sabatinado pela Comissão do Senado, Alexandre de Moraes, indicado a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), negou ter sido advogado do grupo criminoso PCC. A afirmação foi feita em resposta a um questionamento enviado por um internauta. Para a sabatina, o Senado pediu perguntas do público que poderiam ser feitas para o ministro da Justiça licenciado.

"Uma primeira observação: não tenho nada contra quem exerce a advocacia, em relação a qualquer cliente, inclusive o PCC (Primeiro Comando da Capital). A Justiça só pode julgar se tiver uma defesa técnica. Mas eu jamais fui advogado do PCC e de ninguém ligado ao PCC", afirmou.

O tema foi recorrente entre as mais de 1.350 perguntas endereçadas a Alexandre de Moraes enviadas ao Senado através do site da Casa. Algumas delas foram lidas durante a sabatina pelo relator do processo, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM).

Quando atuava como advogado, o escritório de Moraes defendeu cooperativa de transportes Trancooper, suspeita de ligações com a organização criminosa PCC. No Tribunal de Justiça de São Paulo, Moraes aparece como advogado da Transcooper em pelo menos 123 processos na área civil.

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