Mulheres de Cachoeira (atual e ex) vão à CPI em dias diferentes

Dirigentes da comissão confirmaram que Andressa Mendonça e a ex Andréa Aprígio estão convocadas; declarações de amor entre o contraventor e a atual companheira roubam a cena na conclusão dos depoimentos dos réus do escândalo, que preferiram o silêncio na 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia

Mulheres de Cachoeira (atual e ex) vão à CPI em dias diferentes
Mulheres de Cachoeira (atual e ex) vão à CPI em dias diferentes (Foto: Edição/247)

Goiás247 - Depois de dois dias de depoimentos na 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia no processo da Operação Monte Negro, oportunidade em que o romance entre Carlinhos Cachoeira e Andressa Mendonça acabou por roubar a cena em oitivas onde prevaleceu o silêncio dos réus, a atual companheira do contraventor voltará à cena em agosto, desta feita em depoimento na CPMI instalada no Congresso Nacional.

Andressa falará na comissão no dia 7 de agosto. No dia 8 será a vez da ex-mulher do bicheiro, Andréa Aprígio. As duas foram escaladas em dias diferentes justamente para evitar constrangimentos.

Musa da CPMI, Andressa Mendonça voltou hoje a ser o centro das atenções mesmo no circunspecto ambiente da Justiça Federal. Tudo porque Carlinhos Cachoeira resolveu corresponder às constantes declarações de amor da companheira (eles ainda não oficializaram casamento). Na única manifestação hoje, o bicheiro disse ao juiz Alderico Rocha que quer se casar no primeiro dia após deixar o presídio da Papuda. Depois de ter dito que virou um "leproso jurídico", o contraventor disse que "ama" a "esposa" e declarou: "Ela me deu uma nova vida. Eu te amo tá? Queria fazer essa declaração em público". Andressa se emocionou: "Eu também", respondeu.

A CPMI do Cachoeira completou nesta quarta-feira (25) três meses, sem que deputados e senadores encontrassem um norte para as investigações. Os trabalhos estão suspensos desde o início do recesso parlamentar, em 18 de julho.

A tendência é Andressa fugir da maioria dos questionamentos, mas pode utilizar o espaço, orientada por advogados, para tentar sensibilizar a opinião pública em face da depressão que teria consumido os dias de Carlinhos Cachoeira.

André Aprígio, a ex-mulher e que tem no seu nome grande parte dos bens do contraventor, deverá permanecer em silêncio.

Além delas, os membros da comissão também devem colher o depoimento de Joaquim Gomes Thomé Neto e Rubmaier Ferreira de Carvalho.

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