Na ditadura, Dilma Jane percorreu os cárceres para garantir a vida da filha e de muitos presos políticos, lembra PT

"Neste momento de dor, nós do PT estamos solidários e solidárias com a companheira Dilma Rousseff e seus familiares pela grande perda que sofreram", diz um trecho da nota divulgada pela legenda

Dilma Jane
Dilma Jane

247 - Em nota, a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), manifestou condolências à ex-presidenta Dilma Rousseff pelo falecimento de sua mãe, Dilma Jane Coimbra Silva, que morreu neste sábado (13), em Belo Horizonte aos 95 anos.

"Neste momento de dor, nós do PT estamos solidários e solidárias com a companheira Dilma Rousseff e seus familiares pela grande perda que sofreram", diz um trecho da nota.


Confira a íntegra:

"Foi com imensa tristeza que recebemos a notícia do falecimento neste sábado, 13 de julho, da professora Dilma Jane Coimbra da Silva Rousseff, mãe da querida presidenta Dilma Rousseff.

Nascida em Nova Friburgo, Dilma Jane foi criada em Uberaba, Triângulo Mineiro, onde conheceu o engenheiro imigrante húngaro Pedro Rousseff com quem se casou. Mudaram-se para Belo Horizonte e tiveram três filhos: Igor, Dilma Vana e a caçula Zana Lívia, que morreu muito jovem.

Dilma Jane ficou viúva de Pedro em 1962, quando Dilma tinha apenas 14 anos. Nos anos 1970, quando a jovem Dilma foi presa pela ditadura militar, Dilma Jane passou três anos percorrendo os cárceres da repressão para dar apoio e garantir a vida da filha e de muitos outros presos políticos.

Dilma Jane voltou a morar com a filha em 2011, em Brasília, quando Dilma foi eleita presidenta e a acompanhou durante todo o mandato. Voltou a Belo Horizonte com saúde já muito abalada e faleceu aos 95 anos de idade.

Neste momento de dor, nós do PT estamos solidários e solidárias com a companheira Dilma Rousseff e seus familiares pela grande perda que sofreram.

Gleisi Hoffmann
Presidenta Nacional do PT"

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