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'Nomeação de Lula faz parte dos poderes da presidente'

Ex-procurador-geral da República entre 2003 e 2005, Claudio Lemos Fonteles faz críticas às práticas adotadas na operação Lava Jato: “Vamos manter a serenidade. Não é momento de compactuar com soluções autoritárias”; ele diz que a nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil "faz parte dos poderes da presidente, ao escolher pessoas de sua confiança"; no último domingo, dia das manifestações que mobilizaram o país contra o governo, ele publicou um artigo no qual diz que o trabalho do Ministério Público "não condiz com arroubos espetaculares, protagonismos em demasia, exaltações midiáticas e prejulgamentos"

Ex-procurador-geral da República entre 2003 e 2005, Claudio Lemos Fonteles faz críticas às práticas adotadas na operação Lava Jato: “Vamos manter a serenidade. Não é momento de compactuar com soluções autoritárias”; ele diz que a nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil "faz parte dos poderes da presidente, ao escolher pessoas de sua confiança"; no último domingo, dia das manifestações que mobilizaram o país contra o governo, ele publicou um artigo no qual diz que o trabalho do Ministério Público "não condiz com arroubos espetaculares, protagonismos em demasia, exaltações midiáticas e prejulgamentos" (Foto: Roberta Namour)

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247 – O ex-procurador-geral da República entre 2003 e 2005, Claudio Lemos Fonteles faz críticas às práticas adotadas na Operação Lava Jato e diz que a nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil "faz parte dos poderes da presidente, ao escolher pessoas de sua confiança".

Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, ele afirma a operação deve ser ampliada: “Não pode ser seletiva. Vocês noticiaram, por exemplo, a conduta do sr. Fernando Henrique Cardoso. A quantas anda essa investigação?”.

Questionado sobre a decisão do juiz Sergio Moro de tornar públicos os diálogos entre a presidente Dilma e Lula disse que “o importante é que não haja soluções fora do Estado de Direito”. “Vamos manter a serenidade. Não é momento de compactuar com soluções autoritárias”, afirmou.

No último domingo, dia das manifestações que mobilizaram o país contra o governo, ele publicou um artigo no qual diz que o trabalho do Ministério Público "não condiz com arroubos espetaculares, protagonismos em demasia, exaltações midiáticas e prejulgamentos" (leia aqui).

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