Okamotto lamenta matéria do Estadão e Lula não diz nada

Presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto divulgou nota em que "lamenta profundamente que o jornal tenha induzido ao erro seus leitores" com a notícia de que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, teria decidido pedir investigação contra Lula ao Ministério Público; assessoria do ex-presidente diz que ele não irá se manifestar até uma decisão oficial de Gurgel

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247 – A nota publicada pela Procuradoria-Geral da República nesta manhã negando informação noticiada pelo jornal O Estado de S.Paulo na edição desta quarta-feira 9 não causou reação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A assessoria do petista informou que ele não irá se manifestar até uma decisão oficial do procurador-geral, Roberto Gurgel.

A reportagem de capa do Estadão – "MPF vai investigar Lula" – informa que Gurgel decidiu pedir ao Ministério Público Federal para que investigasse um depoimento do empresário Marcos Valério à PGR contra o ex-presidente. Nas declarações, Valério afirmou que Lula teria tido despesas pagas com dinheiro do chamado "mensalão".

Já o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, divulgou nota lamentando o teor da reportagem. "Lamento profundamente que o jornal tenha induzido ao erro seus leitores e outros órgãos da imprensa, já que não há hoje nenhuma decisão oficial sobre o assunto por parte da Procuradoria Geral da República, de acordo com manifestação oficial do órgão desmentindo a matéria", escreveu o amigo de Lula.

Também nesta quarta-feira, Okamotto disse que "se o Ministério Público tem algum elemento de credibilidade e acha relevante fazer a investigação", acredita que o órgão "tem mais é que fazer". Afinal, "esse é o papel do Ministério Público", declarou. Okamotto foi acusado por Valério de tê-lo ameaçado de morte. O presidente do Instituto Lula nega as acusações.

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