Oposição diz que denúncia é grave e pede que Câmara abra investigação contra Temer

Partidos de oposição ao governo Michel Temer classificaram como um fato "extremamente grave" a nova denúncia, por obstrução da Justiça e organização criminosa, contra o peemedebista, e defenderam que a Câmara acate a nova denúncia, ao contrário da primeira que acebou sendo arquivada; "É uma denúncia extremamente grave, que mostra que na cadeira da Presidência da República está sentado o chefe de uma organização criminosa que ordenou a compra do silêncio do operador financeiro desta organização criminosa", resumiu o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ)

Partidos de oposição ao governo Michel Temer classificaram como um fato "extremamente grave" a nova denúncia, por obstrução da Justiça e organização criminosa, contra o peemedebista, e defenderam que a Câmara acate a nova denúncia, ao contrário da primeira que acebou sendo arquivada; "É uma denúncia extremamente grave, que mostra que na cadeira da Presidência da República está sentado o chefe de uma organização criminosa que ordenou a compra do silêncio do operador financeiro desta organização criminosa", resumiu o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ)
Partidos de oposição ao governo Michel Temer classificaram como um fato "extremamente grave" a nova denúncia, por obstrução da Justiça e organização criminosa, contra o peemedebista, e defenderam que a Câmara acate a nova denúncia, ao contrário da primeira que acebou sendo arquivada; "É uma denúncia extremamente grave, que mostra que na cadeira da Presidência da República está sentado o chefe de uma organização criminosa que ordenou a compra do silêncio do operador financeiro desta organização criminosa", resumiu o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) (Foto: Paulo Emílio)

247 - Os partidos de oposição ao governo Michel Temer classificaram como um fato "extremamente grave" a nova denúncia oferecida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por obstrução da Justiça e organização criminosa, contra o peemedebista, além de defenderem que a Câmara acate a nova denúncia, ao contrário da primeira que acebou sendo arquivada pelo plenário da Casa.

"É uma denúncia extremamente grave, que mostra que na cadeira da Presidência da República está sentado o chefe de uma organização criminosa que ordenou a compra do silêncio do operador financeiro desta organização criminosa", disse o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ).

"Temer fez tudo isso para que os crimes dele ficassem ocultos à Justiça e diante da gravidade desses fatos é inaceitável que a Câmara, mais uma vez, impeça a Justiça de julgar Temer pelos crimes que ele cometeu", completou.

Para o membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) Rubens Bueno (PPS-PR), "desta vez será muito difícil Temer escapar. A acusação é forte e as provas são robustas com relação ao envolvimento dele no esquema. Essa história de 'eu não sabia', adotada pelo ex-presidente Lula lá no mensalão, não cola mais. Não é à toa que o petista hoje é réu em cinco processos e apontado como chefe de quadrilha. O mesmo deve acontecer com Temer", observou Bueno.

"Na primeira denúncia ele usou de todos os artifícios, como a liberação desenfreada de emendas, para escapar. Agora a conta de sua base fisiológica deve ser muito maior e tenho minhas dúvidas se ele conseguirá escapar", destacou.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que a nova denúncia contra Temer é bem mais "forte" que a primeira, já que ela vem embasada por investigações da Polícia Federal e por diversas delações premiadas.

"Os argumentos do presidente da República caem porque (a nova denúncia) é com base em uma investigação da Polícia Federal. Ou seja, nós temos contra o presidente da República a posição do Procurador-Geral da República, a posição de um inquérito da Polícia Federal e a declaração de vários delatores sobre o envolvimento do presidente em vários crimes e a liderança dele sobre uma organização criminosa", disse.

"Essa denúncia não tem a ver com a delação da JBS. Essa denúncia tem a ver com o fato de que o presidente da República é líder de uma organização criminosa, da qual fazem parte ministros e assessores próximos dele e o comando da Câmara dos Deputados", disparou em seguida.

 

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