Oposição quer ouvir Gleisi na CPI da Petrobras
O líder do Solidariedade na Câmara, deputado Fernando Francischin (PR), quer convocar a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) para que ela deponha na CPI mista que apura desvios de recursos na Petrobras; segundo o jornal O Estado de São Paulo, o ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa teria dito em seu depoimento à Polícia Federal que Gleisi teria recebido R$ 1 milhão que teriam sido empregados na campanha pela sua eleição em 2010; "Agora está explicado o motivo pelo qual a presidente Dilma Rousseff e a senadora Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil da Presidência da República, lutaram tanto para impedir a abertura da CPMI da Petrobras", disparou
Pernambuco 247 - O líder do Solidariedade na Câmara, deputado Fernando Francischin (PR), anunciou que vai apresentar um requerimento pedindo a convocação da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) para que ela deponha na CPI mista que apura desvios de recursos na Petrobras. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa teria dito em seu depoimento à Polícia Federal que Gleisi teria recebido R$ 1 milhão que teriam sido empregados na campanha pela sua eleição em 2010. "
Agora está explicado o motivo pelo qual a presidente Dilma Rousseff e a senadora Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil da Presidência da República, lutaram tanto para impedir a abertura da CPMI da Petrobras", disparou Fracischin.
"No dia em que Renan Calheiros (presidente do Senado), outro citado pelo Paulo Roberto Costa, ia instalar a comissão a senadora Gleisi fez uma questão de ordem alegando 'fatos desconexos', o que atrasou ainda mais a instalação. Escalaram ainda Gleisi para apresentar ações judiciais no Superomo Tribunal Federal (STF) contra a instalação da CPMI da Petrobras", disse o parlamentar por meio da sua assessoria.
Além de Francischin, o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA) e o líder do PPS, Rubens Bueno (PR), também avaliam chamar Gleisi para prestar esclarecimento à CPMI. Imbassahy, contudo, acha que será difícil conseguir levar a ex-ministra para depor sobre o assunto.
"Eu acho que conseguir uma aprovação é difícil, porque a maioria dos governistas (na CPI) é esmagadora, e está mais que claro que operam sob orientação do Palácio do Planalto para não deixar investigar", teria dito o parlamentar.