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Padilha admite medo do governo com votação final do impeachment

Em entrevista nesta quinta-feira, 2, o braço direito do presidente interino Michel Temer, Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, reconheceu que o governo está preocupado em retomar os 54 votos necessários para confirmar o afastamento da presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment no Senado; "Vamos ouvir muitas manifestações ainda que em tese não estávamos esperando que acontecesse", afirmou; Padilha disse também que "o que a nação quer o Congresso acaba fazendo"; levantamento mostra que Temer teria atualmente 43 dos 54 votos necessários para se tornar presidente definitivo; entre os senadores que já se pronunciaram sobre a possibilidade de mudar o voto para rejeitar o impeachment estão Acir Gurgacz (PDT-RO), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Romário (PSB-RJ)

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Em entrevista nesta quinta-feira, 2, o braço direito do presidente interino Michel Temer, Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, reconheceu que o governo está preocupado em retomar os 54 votos necessários para confirmar o afastamento da presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment no Senado; "Vamos ouvir muitas manifestações ainda que em tese não estávamos esperando que acontecesse", afirmou; Padilha disse também que "o que a nação quer o Congresso acaba fazendo"; levantamento mostra que Temer teria atualmente 43 dos 54 votos necessários para se tornar presidente definitivo; entre os senadores que já se pronunciaram sobre a possibilidade de mudar o voto para rejeitar o impeachment estão Acir Gurgacz (PDT-RO), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Romário (PSB-RJ) (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Braço direito do presidente interino Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, admitiu que existe no governo uma preocupação com possibilidade de não ter os 54 votos necessários para confirmar o afastamento da presidente Dilma Rousseff no processo de impeachment no Senado. 

"Quando se pensa em tempo numa votação deste porte, uma hora antes da votação é quase uma eternidade", afirmou Padilha, segundo o Broadcast Político. "Vamos ouvir muitas manifestações ainda que em tese não estávamos esperando que acontecesse", completou.

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Padilha disse que, a despeito de modificações de opinião que possam ter ocorrido, "há um termo positivo" já que a Câmara e o Senado têm respeitado até agora a vontade da população brasileira. "O que a nação quer o Congresso acaba fazendo. Eu não tenho dúvida que não houve mudança na sociedade brasileira no que diz respeito a esse tópico", afirmou.

Como o 247 mostrou nesta quarta-feira, o jogo do impeachment no Senado está mudando em favor da presidente Dilma Rousseff. Temer teria atualmente 43 dos 54 votos necessários para se tornar presidente definitivo. 19 senadores estão contrários ao impeachment, cinco indecisos e 14 que não declararam sua posição, em levantamento publicado pela Folha. 

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Entre os senadores que já se pronunciaram sobre a possibilidade de mudar o voto para rejeitar o impeachment estão Acir Gurgacz (PDT-RO), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Romário (PSB-RJ) (leia mais).

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