Padilha: maioria do PMDB é pela saída do governo

Para o ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, se a decisão do PMDB for por deixar a base aliada, é “natural que o partido fique liberado para apoiar o impeachment”; “Na base do partido, a diferença é muito grande a favor de sair do governo. A maioria absoluta é pela saída”, afirma; ele nega que o grupo ligado a Michel Temer esteja trabalhando pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff, mas admite que o vice e seus aliados têm mantido conversas com lideranças políticas e setores do empresariado; diz que Temer age como um “legalista, como alguém que observa a absoluta legalidade” 

Para o ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, se a decisão do PMDB for por deixar a base aliada, é “natural que o partido fique liberado para apoiar o impeachment”; “Na base do partido, a diferença é muito grande a favor de sair do governo. A maioria absoluta é pela saída”, afirma; ele nega que o grupo ligado a Michel Temer esteja trabalhando pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff, mas admite que o vice e seus aliados têm mantido conversas com lideranças políticas e setores do empresariado; diz que Temer age como um “legalista, como alguém que observa a absoluta legalidade” 
Para o ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, se a decisão do PMDB for por deixar a base aliada, é “natural que o partido fique liberado para apoiar o impeachment”; “Na base do partido, a diferença é muito grande a favor de sair do governo. A maioria absoluta é pela saída”, afirma; ele nega que o grupo ligado a Michel Temer esteja trabalhando pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff, mas admite que o vice e seus aliados têm mantido conversas com lideranças políticas e setores do empresariado; diz que Temer age como um “legalista, como alguém que observa a absoluta legalidade”  (Foto: Roberta Namour)
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247 – O ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, indica que o PMDB deve deixar o governo até o mês de março. Segundo ele, se a decisão do PMDB for por deixar a base aliada, é “natural que o partido fique liberado para apoiar o impeachment”:

“Na base do partido, a diferença é muito grande a favor de sair do governo. A maioria absoluta é pela saída”, afirma ele, em entrevista ao Globo.

O peemedebista nega que o grupo ligado a Michel Temer esteja trabalhando pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff, mas admite que o vice e seus aliados têm mantido conversas com lideranças políticas e setores do empresariado. Diz ainda que Temer age como um “legalista, como alguém que observa a absoluta legalidade”.

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