Palácio do Jaburu vira covil do golpe

Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer, virou uma espécie de ponto de comício pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff; somente nesta terça-feira (13), o local foi "invadido" por representantes do PSD, PR além do próprio PMDB, partido de Temer; "Muitos deputados estavam lá. Foi feita uma verdadeira romaria. Teve até congestionamento para entrar, uma loucura. Parecia que tinham combinado para fazer um comício lá", afirmou o deputado José Priante (PMDB-PA)

Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer, virou uma espécie de ponto de comício pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff; somente nesta terça-feira (13), o local foi "invadido" por representantes do PSD, PR além do próprio PMDB, partido de Temer; "Muitos deputados estavam lá. Foi feita uma verdadeira romaria. Teve até congestionamento para entrar, uma loucura. Parecia que tinham combinado para fazer um comício lá", afirmou o deputado José Priante (PMDB-PA)
Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer, virou uma espécie de ponto de comício pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff; somente nesta terça-feira (13), o local foi "invadido" por representantes do PSD, PR além do próprio PMDB, partido de Temer; "Muitos deputados estavam lá. Foi feita uma verdadeira romaria. Teve até congestionamento para entrar, uma loucura. Parecia que tinham combinado para fazer um comício lá", afirmou o deputado José Priante (PMDB-PA) (Foto: Paulo Emílio)

247 - A residência oficial do vice-presidente, Michel Temer, o Palácio do Jaburu, virou uma espécie de ponto de comício pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. Somente nesta terça-feira (13), o local foi "invadido" por representantes do PSD, PR e do PMDB, partido de Temer. "Muitos deputados estavam lá. Foi feita uma verdadeira romaria. Teve até congestionamento para entrar, uma loucura. Parecia que tinham combinado para fazer um comício lá", disse o deputado José Priante (PMDB-PA).

Nesta terça, o líder da bancada do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), liberou a bancada para votar como achar melhor, mas em sofrendo pressões que anuncie publicamente que a maioria dos deputados do partido é favorável ao impeachment. Picciani, porém, é um dos que são contrários ao afastamento da presidente Dilma.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, após o encontro com Picciani e Priante, Temer reuniu-se com um grupo de deputados do PMDB considerado indeciso.. "Foi uma palavra para todos, diante da possibilidade concreta de acontecer o desfecho do impeachment. Ele está preocupado com a unidade do partido", destacou Priante.

De acordo com o parlamentar, com o desembarque do PP da base governista, os votos favoráveis ao impeachment gira em torno de 350.

 

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