Pânico no PMDB: Fernando Baiano se entrega à PF

Apontado por delatores da Lava Jato como 'operador' do PMDB na Petrobras, lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, se entregou nesta tarde na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba; ele estava foragido desde sexta-feira, quando foi deflagrada a sétima etapa da operação; seu advogado havia dito que Fernando Baiano não se entregaria e definiu o mandado de prisão como "absolutamente ilegal"; lobista também fazia contatos no esquema para a construtora Andrade Gutierrez, que não foi alvo de prisões até agora

Apontado por delatores da Lava Jato como 'operador' do PMDB na Petrobras, lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, se entregou nesta tarde na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba; ele estava foragido desde sexta-feira, quando foi deflagrada a sétima etapa da operação; seu advogado havia dito que Fernando Baiano não se entregaria e definiu o mandado de prisão como "absolutamente ilegal"; lobista também fazia contatos no esquema para a construtora Andrade Gutierrez, que não foi alvo de prisões até agora
Apontado por delatores da Lava Jato como 'operador' do PMDB na Petrobras, lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, se entregou nesta tarde na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba; ele estava foragido desde sexta-feira, quando foi deflagrada a sétima etapa da operação; seu advogado havia dito que Fernando Baiano não se entregaria e definiu o mandado de prisão como "absolutamente ilegal"; lobista também fazia contatos no esquema para a construtora Andrade Gutierrez, que não foi alvo de prisões até agora (Foto: Gisele Federicce)

247 – O pânico está instaurado no PMDB. O lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, se entregou na tarde desta terça-feira 18 à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Ele é apontado por delatores da Operação Lava Jato como 'operador' do partido na Petrobras. 

Fernando Baiano era procurado pela polícia desde sexta-feira 14, quando foi deflagrada a sétima etapa da Operação Lava Jato. Desde então, foram presos mais de 20 envolvidos no esquema de propina e corrupção em contratos da estatal.

No domingo 16, o advogado do lobista, Mario de Oliveira Filho, havia dito que seu cliente não se entregaria à polícia e que o mandado de prisão contra ele era "absolutamente ilegal" (leia aqui).

O lobista também fazia contatos para a construtora Andrade Gutierrez (leia mais), uma das poucas construtoras que ainda não foram alvo de prisões da Lava Jato. Segundo o doleiro Alberto Youssef, no entanto, a companhia também fazia parte do esquema. Os acordos eram costurados entre Fernando Baiano e o presidente do conselho da empreiteira, Otávio Azevedo.

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