Para PML, disputa chega à “hora mais selvagem”
Colunista do 247, Paulo Moreira Leite diz que os dois candidatos à Presidência tiveram perdas e danos, mas ambos saíram confiantes do debate; Aécio Neves (PSDB) por tomar a iniciativa dos ataques; equipe de Dilma Rousseff (PT) por achar que o tucano passou do ponto, com base em pesquisas qualitativas; "A revelação de que um irmão de Dilma foi empregado na prefeitura de Belo Horizonte, durante a gestão de Fernando Pimentel, não fez bem para a candidata do PT. A revelação de que Sérgio Guerra, então presidente do PSDB, recebeu propinas de Paulo Roberto Costa, o corrupto que se tornou delator premiado, não ajuda Aécio, que fez da Petrobras sua prioridade eleitoral", avalia o jornalista; leia a íntegra
247 – Ambos os candidatos tiveram perdas e danos, saindo do debate de ontem, no SBT, confiantes, afirma o jornalista Paulo Moreira Leite. Aécio Neves (PSDB) por tomar a iniciativa dos ataques, enquanto a equipe de Dilma Rousseff (PT) por achar que o tucano passou do ponto, com base em pesquisas qualitativas, diz ele em nova coluna em seu blog no 247.
O jornalista explica que uma das pesquisas qualitativas, organizadas pelo PT, foi feita com um grupo de senhoras de classes C e D, que teria ficado "indignado" com o comportamento de Aécio com Dilma no debate. "Elas consideraram que o candidato do PSDB foi duro demais com uma adversária que também é uma senhora de 67 anos", diz PML. A segunda pesquisa, feita com homens, revelou uma "forte impressão" com a lembrança de que cerca vez Aécio se recusou a fazer o teste do bafômetro quando parado em uma blitz.
"A revelação de que um irmão de Dilma foi empregado na prefeitura de Belo Horizonte, durante a gestão de Fernando Pimentel, não fez bem para a candidata do PT. A revelação de que Sérgio Guerra, então presidente do PSDB, recebeu propinas de Paulo Roberto Costa, o corrupto que se tornou delator premiado, não ajuda Aécio, que fez da Petrobras sua prioridade eleitoral", escreve PML.
Segundo o colunista, "os estudiosos entendem que a mercadoria mais valiosa, no estágio atual da campanha, são denúncias novas", uma vez que "aquilo que o eleitor indeciso conhece já foi contabilizado e esgotou sua capacidade de produzir mudanças. Mas aquilo que ele não sabia pode interferir em seu julgamento".
Leia a íntegra do artigo em Campanha na hora mais selvagem