Para Temer, escolha de Fachin para relatoria da Lava Jato alivia pressão sobre Planalto

Michel Temer considerou que o sorteio que definiu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, como o novo relator dos processos da Operação Lava Jato na Corte foi a escolha mais acertada e que trará menos embaraços ao governo; receio era que a escolha caísse sobre algum ministro considerado menos "maleável" e mais "inflexível" como Celso de Mello ou Ricardo Lewandowski

Michel Temer e ministro do STF Edson Fachin
Michel Temer e ministro do STF Edson Fachin (Foto: Paulo Emílio)

247 - Michel Temer considerou que o sorteio que definiu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, como o novo relator dos processos da Operação Lava Jato na Corte foi a escolha mais acertada e que trará menos embaraços ao governo. Receio era que a escolha caísse sobre algum ministro considerado menos "maleável" e mais "inflexível" como Celso de Mello ou Ricardo Lewandowski.

A possível escolha dos ministros Gilmar Mendes ou Dias Toffoli também era vista como uma fonte potencial de problemas futuros, já que ambos são próximos do Planalto, em função de que algumas decisões que porventura fossem tomadas pudessem ser questionadas em função desta aproximação.

Na avaliação do Planalto, Fachin é discreto e aberto ao diálogo, além de ter posições mais flexíveis que Lewandowski ou Celso de Mello. A ida de Fachin para relatoria da Lava Jato também alivia um pouco a pressão sobre Temer para que indique um nome com trâmite politico para a vaga no STF que era ocupada pelo ministro Teori Zavascki, falecido em um acidente aéreo no último dia 19.

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