Parente deve explicar pagamento ao JP Morgan, cujo presidente é seu sócio

A Comissão de Ética Pública da Presidência enviou um oficio à Petrobras e ao ex-presidente da empresa, Pedro Parente, pedindo explicações sobre reportagens na imprensa que relatam supostas irregularidades no empréstimo feito pela Petrobras ao Banco JP Morgan; sob o comando de Parente, a Petrobras realizou pagamento de R$ 2 bilhões ao banco JP Morgan por um empréstimo que venceria apenas em 2022; no Brasil, o banco é presidido por José Berenguer, que é sócio de Pedro Parente, segundo o jornalista Filipe Coutinho

A Comissão de Ética Pública da Presidência enviou um oficio à Petrobras e ao ex-presidente da empresa, Pedro Parente, pedindo explicações sobre reportagens na imprensa que relatam supostas irregularidades no empréstimo feito pela Petrobras ao Banco JP Morgan; sob o comando de Parente, a Petrobras realizou pagamento de R$ 2 bilhões ao banco JP Morgan por um empréstimo que venceria apenas em 2022; no Brasil, o banco é presidido por José Berenguer, que é sócio de Pedro Parente, segundo o jornalista Filipe Coutinho
A Comissão de Ética Pública da Presidência enviou um oficio à Petrobras e ao ex-presidente da empresa, Pedro Parente, pedindo explicações sobre reportagens na imprensa que relatam supostas irregularidades no empréstimo feito pela Petrobras ao Banco JP Morgan; sob o comando de Parente, a Petrobras realizou pagamento de R$ 2 bilhões ao banco JP Morgan por um empréstimo que venceria apenas em 2022; no Brasil, o banco é presidido por José Berenguer, que é sócio de Pedro Parente, segundo o jornalista Filipe Coutinho (Foto: Aquiles Lins)

247 com Agência Brasil - A Comissão de Ética Pública da Presidência enviou um oficio à Petrobras e ao ex-presidente da empresa, Pedro Parente, pedindo explicações sobre reportagens na imprensa que relatam supostas irregularidades no empréstimo feito pela Petrobras ao Banco JP Morgan.

A Petrobras realizou pagamento de R$ 2 bilhões ao banco JP Morgan por um empréstimo que venceria apenas em 2022. No Brasil, o banco é presidido por José Berenguer, que é sócio de Pedro Parente, segundo o jornalista Filipe Coutinho, da revista Crusoé.

Responsável pela política de reajuste de preços dos combustíveis que provocou o caos no País com a greve dos caminhoneiros, Parente também é dono da Prada Ltda., especializada em gestão financeira de famílias milionárias. Sua esposa, que já teve passagem pelo JP Morgan, é sua sócia. 

O pedido de informação não significa que será aberto um processo para investigar a empresa ou Parente. A abertura ou o arquivamento do processo depende das respostas apresentadas, que serão analisadas pelos conselheiros. O prazo para apresentar esclarecimentos é de 10 dias corridos.

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