Pepe defende divulgação de lista de políticos

O ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, defendeu nesta quarta (4) a retirada do sigilo da lista entregue pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) com os pedidos de abertura de inquérito contra políticos investigados pela Operação Lava Jato; "Olha, importante era que essa lista viesse em definitivo, que as pessoas que aparecerem na lista tenham conhecimento para poder fazer a sua defesa", disse

O ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, defendeu nesta quarta (4) a retirada do sigilo da lista entregue pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) com os pedidos de abertura de inquérito contra políticos investigados pela Operação Lava Jato; "Olha, importante era que essa lista viesse em definitivo, que as pessoas que aparecerem na lista tenham conhecimento para poder fazer a sua defesa", disse
O ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, defendeu nesta quarta (4) a retirada do sigilo da lista entregue pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) com os pedidos de abertura de inquérito contra políticos investigados pela Operação Lava Jato; "Olha, importante era que essa lista viesse em definitivo, que as pessoas que aparecerem na lista tenham conhecimento para poder fazer a sua defesa", disse (Foto: Valter Lima)

247 - O ministro das Relações Institucionais, Pepe Vargas, defendeu nesta quarta-feira (4) a retirada do sigilo da lista entregue pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF) com os pedidos de abertura de inquérito contra políticos investigados pela Operação Lava Jato.

"Olha, importante era que essa lista viesse em definitivo, que as pessoas que aparecerem na lista tenham conhecimento para poder fazer a sua defesa", disse o ministro.

"Então, importante é que essa lista venha logo, que se tire o sigilo em cima dela, até para que a coisa fique clara, transparente, e que tire esse clima de uma certa ansiedade, de especulações", explicou Vargas.

O ministro também fez questão de ressaltar que a lista entregue por Janot ao STF pede a abertura de inquéritos e não oferece denúncia contra nenhum político.

Para ele, é preciso "trabalhar um clima de que ninguém que está sendo investigado sofreu uma condenação". "A gente tem que ter presente de que uma investigação não é sequer uma denúncia, a investigação significa que foi citado alguma coisa, há algum indicio, e justamente vai ser investigado para ver se há fundamento para apresentar denúncia", afirmou.

Vargas disse durante a entrevista que há especulação sobre o nome de políticos que "provavelmente" não estão na lista. "Então, é obvio que esse ambiente não é o mais adequado para discutir essas questões", complementou Vargas.

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