Picciani: 'maioria do PMDB sempre esteve distante do impeachment'

O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), afirmou nesta quarta (23) que "O PMDB é um partido que defende a democracia e quem defende a democracia defende o resultado das urnas"; Picciani ironizou a força da oposição em sua empreitada em defesa do impedimento de Dilma e disse que a apreciação dos vetos presidenciais foi um termômetro mais exato disso; “Os defensores da tese do impeachment diziam ter 280, 300 deputados favoráveis à tese e calibraram essa discussão durante a votação do veto, tentando já impor esse número nessa primeira votação e só obtiveram 180 votos", ressaltou

O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), afirmou nesta quarta (23) que "O PMDB é um partido que defende a democracia e quem defende a democracia defende o resultado das urnas"; Picciani ironizou a força da oposição em sua empreitada em defesa do impedimento de Dilma e disse que a apreciação dos vetos presidenciais foi um termômetro mais exato disso; “Os defensores da tese do impeachment diziam ter 280, 300 deputados favoráveis à tese e calibraram essa discussão durante a votação do veto, tentando já impor esse número nessa primeira votação e só obtiveram 180 votos", ressaltou
O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), afirmou nesta quarta (23) que "O PMDB é um partido que defende a democracia e quem defende a democracia defende o resultado das urnas"; Picciani ironizou a força da oposição em sua empreitada em defesa do impedimento de Dilma e disse que a apreciação dos vetos presidenciais foi um termômetro mais exato disso; “Os defensores da tese do impeachment diziam ter 280, 300 deputados favoráveis à tese e calibraram essa discussão durante a votação do veto, tentando já impor esse número nessa primeira votação e só obtiveram 180 votos", ressaltou (Foto: Valter Lima)
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247 - O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), afirmou nesta quarta-feira (23) que "a maioria do PMDB sempre esteve distante do impeachment". "Não obstante alguns parlamentares e algumas pessoas no partido que defendem, mas isso sempre foi uma evidente minoria. A maioria sempre foi contrária à tese do impeachment sem que haja um fato que justifique, que é a situação que vivemos no momento. Então acho que não modifica, o PMDB fica onde sempre esteve. O PMDB é um partido que defende a democracia e quem defende a democracia defende o resultado das urnas”, disse.

Picciani ironizou a força da oposição em sua empreitada em defesa do impedimento de Dilma e disse que a apreciação dos vetos presidenciais foi um termômetro mais exato da força do movimento pró-impeachment. “Em relação à votação de ontem, avalio que houve uma grande vitória do governo com a manutenção de 26 vetos. E mais, pode-se dimensionar algo que estava sendo chutado e que ontem ficou expresso”, declarou.

“Os defensores da tese do impeachment diziam ter 280, 300 deputados favoráveis à tese e calibraram essa discussão durante a votação do veto, tentando já impor esse número nessa primeira votação e só obtiveram 180 votos. Então falta bastante para chegar ao número que diziam ter”, disse.

Apesar disso, o líder do PMDB defende que o diálogo da presidente com sua base continue para que a reconstrução da base na Câmara de fato se cristalize, o que blindará a presidente na queda de braço do impeachment. “Por outro lado, não que dizer que o governo tenha todos os outros votos. É necessário continuar o processo de recomposição da base, continuar o processo de diálogo que permitirá a obtenção de uma maioria mais nítida”, disse.

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