PMDB minimiza participação tucana em governo Temer

Presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR), minimizou o fato do PSDB estar se recusando a fazer parte de um eventual governo Michel Temer; segundo Jucá, mais importante que ter o PSDB no primeiro escalão é poder contar com o partido tucano na base de sustentação no Congresso Nacional "O Temer está conversando com todo mundo. E o PSDB está discutindo sua estratégia internamente. Nós respeitamos isso. Mas o fundamental é que o PSDB componha a base de sustentação. Se vão indicar nomes ou não, isso é algo doméstico. Não é vital", disse; parte da cúpula tucana defende que o PSDB não participe do governo Temer visando as eleições presidenciais de 2018

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A comiss�o de reforma pol�tica discute as minutas de projeto apresentado pelo relator, Romero Juc� (Fabio Rodrigues Pozzebom/Ag�ncia Brasil) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR), procurou minimizar o fato do PSDB estar se recusando afazer parte de um eventual governo Michel Temer. Segundo Jucá, mais importante que ter o PSDB no primeiro escalão é poder contar com o partido tucano na base de sustentação no Congresso Nacional.

"O Temer está conversando com todo mundo. E o PSDB está discutindo sua estratégia internamente. Nós respeitamos isso. Mas o fundamental é que o PSDB componha a base de sustentação. Se vão indicar nomes ou não, isso é algo doméstico. Não é vital", destacou Jucá.

A declaração do peemedebista se deve ao fato de parte dos tucanos defenderem que o PSDB não faça parte de um eventual governo Temer caso o Senado dê prosseguimento ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O partido avalia, inclusive, a possibilidade de fechar questão em torno do assunto. Neste caso, quem quiser aceitar cargos no governo teria que se licenciar do partido e não disputar as eleições presidenciais de 2018.

Jucá, que neste sábado participará de uma reunião em Brasília na qual também estará presente o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, disse que Temer está buscando ouvir diversos especialistas para definir a sua política econômica. Meirelles está cotado para assumir o Ministério da Fazenda. "Não é uma reunião para convidar. É para ouvir e discutir a conjuntura econômica. Nem é correto fazer convites para compor o governo antes da votação do impeachment no Senado", observou Jucá.

 

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