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Poder

Por 14 a 1, PSD nacional confirma apoio a Patrus

Prefeito de SP, Gilberto Kassab, mostra que tem controle quase absoluto sobre a executiva do partido e quase obtém unanimidade na aliança com os petistas em BH; voto contrário foi da senadora Kátia Abreu (TO), que deixou o encontro irritada; polêmica da aliança entre o PT e o prefeito Marcio Lacerda (PSB) só será resolvida judicialmente

Por 14 a 1, PSD nacional confirma apoio a Patrus (Foto: Edição/247)
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Minas 247 - O apoio do PSD, partido estreante em eleições criado pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab, continua indefinido na eleição para a Prefeitura de Belo Horizonte. A Justiça eleitoral, em suas primeiras instâncias, optou por anular a intervenção da direção nacional em BH e, com isso, garantiu a entrada dos pessedistas na chapa do prefeito Marcio Lacerda (PSB).

No fim da tarde desta terça-feira, entretanto, a campanha de Patrus Ananias, candidato do PT, recebeu uma boa notícia: a executiva nacional do PSD referendeu a intervenção no diretório da capital mineira e, dessa forma, a composição com os petistas.

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O prefeito Gilberto Kassab, presidente nacional da legenda e autor intelectual e prática da intervenção em BH, mostrou controle sobre a executiva. Dos 15 integrantes que votaram, 14 optaram por aliar-se a Patrus. O voto contrário, como já esperado, foi da senadora Kátia Abreu (TO), que também é a primeira vice-presidente do PSD - o antigo ocupante da função, o ex-deputado mineiro Roberto Brant, renunciou ao cargo e pediu desfiliação, insatisfeito com a intervenção.

Kassab minimizou a dissidência. “A Kátia tem todo o direito e legitimidade para dizer o que quer, mas nosso partido já é grande, então não vai ter unanimidade”, afirmou, logo depois da reunião da executiva nacional. A senadora, porém, deixou o encontro visivelmente insatisfeita. Ela recebeu um convite do vice-presidente da República, Michel Temer, para ingressar no PMDB, depois da briga com a executiva do PSD. Ficou de pensar, mas a resposta só deverá sair mesmo depois das eleições deste outubro.

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É justamente o fato de o PSD já ser um partido grande que causa toda a polêmica - e disputa por seu apoio. Em termos de presença nos legislativos municipal e estadual, a força é pequena. Mas o trabalho feito por Kassab de arregimentação de quadros para a legenda conseguiu dar a ela um bom tempo no horário eleitoral da TV. Sem o apoio dos pessedistas,  Lacerda passaria a ter um tempo diário de propaganda cerca de seis minutos superior ao de Patrus. A confirmação da aliança do PT com o PSD, equilibra mais as coisas, com leve superioridade do candidato do PSB (cerca de dois minutos diários).

A polêmica será resolvida judicialmente. A agência Globo, o advogado do PSD, Admar Gonzaga, afirmou que a intervenção é legal: “A decisão tem amparo legal e estatutário. O estatuto do partido prevê a intervenção em situações emergenciais. Esse assunto (o rompimento entre PSB e PT em Belo Horizonte) foi comunicado à Direção Nacional na véspera do prazo para registro de candidaturas.”

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