PPS e PTN desembarcam do governo zumbi de Temer

A então sólida base de Michel Temer no Congresso Nacional esfarela depois das revelações de que ele deu aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha na cadeia; em nota, o PPS, que tem nove deputados e um senador, abandonou governo e o ministro da Cultura, Roberto Freire, entregou o cargo; embora mantenha Raul Jungmann no ministério da Defesa, o partido a renúncia de Temer; o recém-criado Podemos (antigo PTN), com 13 deputados, também divulgou nota dizendo que deixa a base aliada de Temer; em carta assinada pela presidente nacional do partido, deputada Renata Abreu (SP), e pelo líder da legenda na Câmara, deputado Alexandre Baldy (GO), a sigla diz que assumirá posição de "independência"

A então sólida base de Michel Temer no Congresso Nacional esfarela depois das revelações de que ele deu aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha na cadeia; em nota, o PPS, que tem nove deputados e um senador, abandonou governo e o ministro da Cultura, Roberto Freire, entregou o cargo; embora mantenha Raul Jungmann no ministério da Defesa, o partido a renúncia de Temer; o recém-criado Podemos (antigo PTN), com 13 deputados, também divulgou nota dizendo que deixa a base aliada de Temer; em carta assinada pela presidente nacional do partido, deputada Renata Abreu (SP), e pelo líder da legenda na Câmara, deputado Alexandre Baldy (GO), a sigla diz que assumirá posição de "independência"
A então sólida base de Michel Temer no Congresso Nacional esfarela depois das revelações de que ele deu aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha na cadeia; em nota, o PPS, que tem nove deputados e um senador, abandonou governo e o ministro da Cultura, Roberto Freire, entregou o cargo; embora mantenha Raul Jungmann no ministério da Defesa, o partido a renúncia de Temer; o recém-criado Podemos (antigo PTN), com 13 deputados, também divulgou nota dizendo que deixa a base aliada de Temer; em carta assinada pela presidente nacional do partido, deputada Renata Abreu (SP), e pelo líder da legenda na Câmara, deputado Alexandre Baldy (GO), a sigla diz que assumirá posição de "independência" (Foto: Aquiles Lins)

Agência Brasil - O PPS divulgou nota nessa quinta-feira, 18,  em que informa ter deixado a base aliada do presidente Michel Temer. Em nota, o partido diz que, diante da delação premiada "de sócios da JBS envolvendo o presidente Michel Temer e da gravidade da denúncia", decidiu deixar o governo federal.

O partido, que detinha duas pastas no governo, informou que o ministro da Cultura, Roberto Freire, entregou ao presidente Temer seu pedido de afastamento do cargo. Já o ministro da Defesa, Raul Jungmann, que também é filiado ao partido, de acordo com a nota, "irá permanecer na função pela relevância de sua área de atuação de segurança do Estado brasileiro neste momento de crise e indefinições".

Mais cedo, as bancadas do PPS na Câmara dos Deputados e no Senado Federal divulgaram nota em que afirmam que, se "for confirmado o teor da delação do empresário Joesley Batista, o presidente Michel Temer precisa renunciar imediatamente para a preservação dos interesses do Brasil, com a manutenção da recuperação da economia, a retomada do crescimento e a geração de empregos." O PPS tem uma bancada de nove deputados e um senador.

Outro partido, o recém-criado Podemos (antigo PTN) divulgou nota dizendo que deixa a base aliada de Temer. Com 13 deputados, o Podemos integrava o bloco parlamentar do PP e do PTdoB, também da base aliada.

Em carta assinada pela presidente nacional do partido, deputada Renata Abreu (SP), e pelo líder da legenda na Câmara, deputado Alexandre Baldy (GO), a sigla diz que assumirá posição de "independência" em relação ao governo.

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