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Pressionado, Aécio sugere 'carta de princípios'

Atacado dentro do PSDB pela condução do partido e pela ‘falta de agenda’, senador mineiro Aécio Neves deve apresentar na convenção da sigla, em julho, lista de propostas para a retomada da economia; um dos fundadores da sigla, ex-deputado Arnaldo Madeira criticou a oposição do PSDB às medidas do ajuste fiscal e o apoio ao fim da reeleição, aprovada no governo de FHC; ex-presidente tucano também disse que oposição "não deve escorregar para o populismo, e sim apontar caminhos"; "A oposição de hoje será governo amanhã. [...] Não nos aflijamos eleitoralmente antes do tempo"; tentativa de reação de Aécio ocorre em momento de ofensiva do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que já se movimenta rumo à 2018

Atacado dentro do PSDB pela condução do partido e pela ‘falta de agenda’, senador mineiro Aécio Neves deve apresentar na convenção da sigla, em julho, lista de propostas para a retomada da economia; um dos fundadores da sigla, ex-deputado Arnaldo Madeira criticou a oposição do PSDB às medidas do ajuste fiscal e o apoio ao fim da reeleição, aprovada no governo de FHC; ex-presidente tucano também disse que oposição "não deve escorregar para o populismo, e sim apontar caminhos"; "A oposição de hoje será governo amanhã. [...] Não nos aflijamos eleitoralmente antes do tempo"; tentativa de reação de Aécio ocorre em momento de ofensiva do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que já se movimenta rumo à 2018 (Foto: Roberta Namour)

247 – Criticado por tucanos pela condução do partido em votações no Congresso e pela ‘falta de agenda’, o senador mineiro Aécio Neves prepara uma ‘carta de princípios’ que deve ser apresentada na convenção da sigla, em julho.

Aécio, que será reconduzido ao comando do partido, lista propostas para a retomada da economia, em momento de ofensiva do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que já se movimenta rumo à 2018.

O senador mineiro foi criticado pelo vice Alberto Goldman e também pelo fundador do partido, o ex-deputado Arnaldo Madeira, diante da oposição do PSDB às medidas do ajuste fiscal e o apoio ao fim da reeleição, aprovada no governo de FHC.

Até o ex-presidente tucano disparou em artigo recente que a oposição "não deve escorregar para o populismo, e sim apontar caminhos". "A oposição de hoje será governo amanhã. [...] Não nos aflijamos eleitoralmente antes do tempo."

Leia aqui reportagem de Daniela Lima sobre o assunto.