Protestos encurralam Temer e dificultam missão de estancar a sangria

Colocado no poder por políticos e parlamentares apavorados com a Lava Jato, Michel Temer corre agora o risco de frustrá-los, depois das manifestações deste domingo; o impeachment da presidente Dilma Rousseff teve como finalidade principal afastar a presidente honesta para que fosse possível, sob o comando de Temer, frear a Lava Jato e "estancar essa sangria", como definiu seu líder Romero Jucá (PMDB-RR); emparedado pelos protestos, e com péssimos resultados na economia, Temer já tenta se desvencilhar de sua missão principal, mas corre o risco de ser derrubado pelos mesmos parlamentares que o apoiaram; "se não sancionar, cai", disse um representante do baixo clero, que comandou a reação do parlamento às chamadas "10 medidas contra a corrupção"

Colocado no poder por políticos e parlamentares apavorados com a Lava Jato, Michel Temer corre agora o risco de frustrá-los, depois das manifestações deste domingo; o impeachment da presidente Dilma Rousseff teve como finalidade principal afastar a presidente honesta para que fosse possível, sob o comando de Temer, frear a Lava Jato e "estancar essa sangria", como definiu seu líder Romero Jucá (PMDB-RR); emparedado pelos protestos, e com péssimos resultados na economia, Temer já tenta se desvencilhar de sua missão principal, mas corre o risco de ser derrubado pelos mesmos parlamentares que o apoiaram; "se não sancionar, cai", disse um representante do baixo clero, que comandou a reação do parlamento às chamadas "10 medidas contra a corrupção"
Colocado no poder por políticos e parlamentares apavorados com a Lava Jato, Michel Temer corre agora o risco de frustrá-los, depois das manifestações deste domingo; o impeachment da presidente Dilma Rousseff teve como finalidade principal afastar a presidente honesta para que fosse possível, sob o comando de Temer, frear a Lava Jato e "estancar essa sangria", como definiu seu líder Romero Jucá (PMDB-RR); emparedado pelos protestos, e com péssimos resultados na economia, Temer já tenta se desvencilhar de sua missão principal, mas corre o risco de ser derrubado pelos mesmos parlamentares que o apoiaram; "se não sancionar, cai", disse um representante do baixo clero, que comandou a reação do parlamento às chamadas "10 medidas contra a corrupção" (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Michel Temer já frustrou os agentes econômicos pró-impeachment, ao aprofundar a recessão, e pode agora trair também os parlamentares que o colocaram no poder.

Uma de suas funções principais, no poder, seria "estancar a sangria" da Lava Jato, como definiu o ex-ministro Romero Jucá (PMDB-RR), ex-ministro do Planejamento e hoje líder de seu governo.

Nas manifestações deste domingo, as pessoas foram de verde e amarelo e levantaram cartazes em apoio à Lava Jato e ao juiz Sérgio Moro e pediram Fora Renan e Rodrigo Maia:


Jucá deixou claro que era preciso afastar Dilma Rousseff, a presidente honesta, para que Temer pudesse salvar os mais de 200 políticos que serão afetados pelas delações da Lava Jato.

Na semana passada, esse trabalhou para "estancar a sangria" avançou com a ação do Congresso para conter o ímpeto da Lava Jato. No entanto, as manifestações de ontem emparedaram Temer, que, em entrevista a Jorge Bastos Moreno, disse não ter nada a ver com esse esforço (leia aqui).

Em sua entrevista ao 247, o ex-ministro José Eduardo Cardozo deixa claro como o impeachment nada mais foi do que a tentativa de se estancar a sangria. Confira:

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