PT deverá cobrar Cardozo sobre operações da PF

Executiva nacional do partido aprovou na última quinta-feira, durante reunião em São Paulo, convite ao ministro da Justiça para dar explicações a respeito das operações Lava Jato e Acrônimo, da Polícia Federal, que atingem diretamente o partido; petista histórico e homem de confiança da presidente Dilma, José Eduardo Cardozo é apontado por alas do partido como responsável pela manutenção da prisão do ex-tesoureiro da sigla João Vaccari Neto e pelas buscas no escritório de campanha do governador de Minas, Fernando Pimentel, na última semana, uma vez que a PF é subordinada a ele; o próprio Cardozo já apontou abusos na Acrônimo e, ontem, em coletiva de imprensa, criticou "vazamentos seletivos" da Lava Jato; no entanto, alas da direção do PT o consideram "inoperante"

Executiva nacional do partido aprovou na última quinta-feira, durante reunião em São Paulo, convite ao ministro da Justiça para dar explicações a respeito das operações Lava Jato e Acrônimo, da Polícia Federal, que atingem diretamente o partido; petista histórico e homem de confiança da presidente Dilma, José Eduardo Cardozo é apontado por alas do partido como responsável pela manutenção da prisão do ex-tesoureiro da sigla João Vaccari Neto e pelas buscas no escritório de campanha do governador de Minas, Fernando Pimentel, na última semana, uma vez que a PF é subordinada a ele; o próprio Cardozo já apontou abusos na Acrônimo e, ontem, em coletiva de imprensa, criticou "vazamentos seletivos" da Lava Jato; no entanto, alas da direção do PT o consideram "inoperante"
Executiva nacional do partido aprovou na última quinta-feira, durante reunião em São Paulo, convite ao ministro da Justiça para dar explicações a respeito das operações Lava Jato e Acrônimo, da Polícia Federal, que atingem diretamente o partido; petista histórico e homem de confiança da presidente Dilma, José Eduardo Cardozo é apontado por alas do partido como responsável pela manutenção da prisão do ex-tesoureiro da sigla João Vaccari Neto e pelas buscas no escritório de campanha do governador de Minas, Fernando Pimentel, na última semana, uma vez que a PF é subordinada a ele; o próprio Cardozo já apontou abusos na Acrônimo e, ontem, em coletiva de imprensa, criticou "vazamentos seletivos" da Lava Jato; no entanto, alas da direção do PT o consideram "inoperante" (Foto: Gisele Federicce)

247 – O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deve ser chamado pela direção do PT para dar explicações sobre operações da Polícia Federal – subordinada a ele – que estão atingindo diretamente a sigla. A ação foi aprovada em resolução na última quinta-feira, durante reunião da Executiva Nacional em São Paulo.

Duas ações polêmicas estão no alvo da conversa: a Lava Jato e a Acrônimo. Petista histórico e homem de confiança da presidente Dilma Rousseff, Cardozo é apontado por alas do PT como responsável pela manutenção da prisão do ex-tesoureiro da sigla João Vaccari Neto e pelas buscas no escritório de campanha do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), na última semana.

O próprio Cardozo já apontou abusos na Acrônimo, que nesta segunda fase, teve negado, pelo Superior Tribunal de Justiça, o pedido para cumprir mandados de busca e apreensão na residência oficial do governador, mais um ponto para ser tocado pelos petistas, que podem interpretar a decisão do Judiciário como um argumento de que há mesmo abusos por parte dos agentes federais. Pimentel também criticou duramente a ação.

Ontem, em coletiva de imprensa, Cardozo apontou e criticou "vazamentos seletivos" por parte da Lava Jato e ressaltou que o governo, no meio de uma crise por conta dos vazamentos de trechos da delação premiada do empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, não tem acesso aos autos, uma vez que a delação está sob segredo de Justiça.

No entanto, alas da direção do PT consideram o ministro "inoperante", "sem pulso firme e nem liderança", "omisso" e "egoísta", segundo relata a reportagem de Ricardo Galhardo neste domingo. Desde os vazamentos da delação de Pessoa, as críticas a Cardozo só aumentaram. No caso da Acrônimo, um dos pontos é o fato de a PF ter iniciado uma investigação sobre um carregamento de dinheiro feito um empresário próximo a Pimentel, mas não apurar casos semelhantes envolvendo tucanos.

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