Rebaixado no governo Temer, Giles se demite da Casa Civil

Ex-assessor especial da presidente eleita Dilma Rousseff, que foi nomeado pelo governo interino do presidente Michel Temer para um cargo com remuneração menor, Giles Azevedo pediu exoneração da subchefia de políticas governamentais da Casa Civil; ele continuará a trabalhar com Dilma, no entanto, sem remuneração; Giles teve o seu cargo extinto em maio e foi nomeado para a nova função de maneira que a gestão Temer conseguisse a liberação do cargo – que possui remuneração mais elevada – para ser ocupado por pessoas de confiança do peemedebista

Ex-assessor especial da presidente eleita Dilma Rousseff, que foi nomeado pelo governo interino do presidente Michel Temer para um cargo com remuneração menor, Giles Azevedo pediu exoneração da subchefia de políticas governamentais da Casa Civil; ele continuará a trabalhar com Dilma, no entanto, sem remuneração; Giles teve o seu cargo extinto em maio e foi nomeado para a nova função de maneira que a gestão Temer conseguisse a liberação do cargo – que possui remuneração mais elevada – para ser ocupado por pessoas de confiança do peemedebista
Ex-assessor especial da presidente eleita Dilma Rousseff, que foi nomeado pelo governo interino do presidente Michel Temer para um cargo com remuneração menor, Giles Azevedo pediu exoneração da subchefia de políticas governamentais da Casa Civil; ele continuará a trabalhar com Dilma, no entanto, sem remuneração; Giles teve o seu cargo extinto em maio e foi nomeado para a nova função de maneira que a gestão Temer conseguisse a liberação do cargo – que possui remuneração mais elevada – para ser ocupado por pessoas de confiança do peemedebista (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ex-assessor especial da presidente eleita Dilma Rousseff Giles Azevedo, que foi nomeado pelo governo interino do presidente Michel Temer para um cargo com remuneração menor, pediu exoneração da subchefia de políticas governamentais da Casa Civil. A nomeação de Giles para o posto havia sido publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13).

Ele continuará a trabalhar com Dilma, no entanto, sem remuneração. Giles teve o seu cargo extinto em maio e foi nomeado para a nova função de maneira que a gestão Temer conseguisse a liberação do cargo – que possui remuneração mais elevada – de maneira a ser ocupado por pessoas de confiança da administração peemedebista. Antes de ser renomeado, Giles recebia o salário de R$ 18,5 mil. Na nova função, classificada como DAS-5, o pagamento mensal é de R$ 11,2 mil.

A decisão de liberar cargos com maior remuneração também deve afetar Jorge Rodrigo Messias, o "Bessias, e Sandra Chagas Brandão, o "Google do Planalto". Além de realocar pessoas ligadas a administração petista em funções menores, o Planalto também concedeu um mês de prazo para que Dilma Rousseff devolva 20 cargos de confiança, dos 35, nomeados por ela para trabalharem no Palácio do Alvorada durante o seu afastamento.

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