Rejeitado por 90%, Temer diz que seu legado será megaprivatização

Legado que Michel Temer, primeiro ocupante da Presidência a ser denunciado por corrupção e rejeitado por mais de 90% dos brasileiros, pretende deixar para o País com a venda da Eletrobras é afirmar que fez uma das três maiores privatizações de todos os tempos; as duas anteriores foram as do Sistema Telebrás e a da Vale; "O discurso oficial é que o desejo do presidente é abrir o setor para revolucioná-lo, com processo comparável ao fenômeno dos telefones celulares, depois da venda da Telebrás", diz a agência Broadcast Político 

Legado que Michel Temer, primeiro ocupante da Presidência a ser denunciado por corrupção e rejeitado por mais de 90% dos brasileiros, pretende deixar para o País com a venda da Eletrobras é afirmar que fez uma das três maiores privatizações de todos os tempos; as duas anteriores foram as do Sistema Telebrás e a da Vale; "O discurso oficial é que o desejo do presidente é abrir o setor para revolucioná-lo, com processo comparável ao fenômeno dos telefones celulares, depois da venda da Telebrás", diz a agência Broadcast Político 
Legado que Michel Temer, primeiro ocupante da Presidência a ser denunciado por corrupção e rejeitado por mais de 90% dos brasileiros, pretende deixar para o País com a venda da Eletrobras é afirmar que fez uma das três maiores privatizações de todos os tempos; as duas anteriores foram as do Sistema Telebrás e a da Vale; "O discurso oficial é que o desejo do presidente é abrir o setor para revolucioná-lo, com processo comparável ao fenômeno dos telefones celulares, depois da venda da Telebrás", diz a agência Broadcast Político  (Foto: Aquiles Lins)

247 - O legado que Michel Temer, primeiro ocupante da Presidência a ser denunciado por corrupção e rejeitado por mais de 90% dos brasileiros, pretende deixar para o País com a venda da Eletrobras é afirmar que fez uma das três maiores privatizações de todos os tempos. As duas anteriores foram as do Sistema Telebrás e a da Vale.

"O discurso oficial é que o desejo do presidente é abrir o setor para revolucioná-lo, com processo comparável ao fenômeno dos telefones celulares, depois da venda da Telebrás. O Planalto acredita ainda que os valores projetados para o negócio ainda não estão, nem de longe, próximos do que se espera de fato arrecadar", diz reportagem da agência Broadcast Político, do Estado de S. Paulo. 

O temor é que com o País voltando a crescer retorne também a ameaça de falta de energia. Para demonstrar que a ideia da venda da Eletrobrás sempre fez parte da sua plataforma de trabalho, Temer tem reiterado que este é um governo de características liberais e está tomando medidas, desde o ano passado, para assegurar a recuperação da empresa.

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