Relator admite mudar tamanho do fundo para campanhas

Deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator da reforma política na Câmara, afirmou nesta quarta-feira, 16, que vai apresentar uma emenda que altera o orçamento de R$ 3,6 bilhões, previsto inicialmente para o fundo público de campanhas eleitorais; Cândido disse que a repercussão negativa da proposta influenciou os deputados a voltarem atrás quanto à ideia de destinar 0,5% da Receita Corrente Líquida da União (RCLU) para o financiamento do fundo público eleitoral; "Vai sair (do relatório) o porcentual de receita, vou fazer uma emenda aglutinativa de relator para alterar isso. Já tinha avisado que era muito ousadia muito desproporcional ao momento que estamos vivendo. Cada eleição vai ter seu orçamento ", explicou

04/04/2017- Brasília- DF, Brasil- Deputado, Vicente Candido lendo seu relatório da reforma política. Foto Lula Marques/AGPT
04/04/2017- Brasília- DF, Brasil- Deputado, Vicente Candido lendo seu relatório da reforma política. Foto Lula Marques/AGPT (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O deputado Vicente Cândido (PT-SP), relator da reforma política na Câmara, afirmou nesta quarta-feira, 16, que vai apresentar uma emenda que altera o orçamento de R$ 3,6 bilhões, previsto inicialmente para o fundo público de campanhas eleitorais.

Cândido disse que a repercussão negativa da proposta influenciou os deputados a voltarem atrás quanto à ideia de destinar 0,5% da Receita Corrente Líquida da União (RCLU) para o financiamento do fundo público eleitoral. Sem entrar em detalhes, Cândido disse que a ideia é que o valor do orçamento do fundo seja definido a cada eleição pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).

"Vai sair (do relatório) o porcentual de receita, vou fazer uma emenda aglutinativa de relator para alterar isso. Já tinha avisado que era muito ousadia muito desproporcional ao momento que estamos vivendo. Cada eleição vai ter seu orçamento", explicou.

"Espero que fique dentro de um valor razoável depois do susto que os deputados tomaram com a repercussão. Um valor de R$ 2 bilhões para eleições no Brasil é bem razoável", defendeu.

As informações são do Estado de S. Paulo

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