Renan condena uso político de delação

Presidente do Senado, supostamente citado entre os beneficiados no esquema delatado pelo ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto da Costa, afirmou que o uso político de delação premiada será um aprendizado para o País; para Renan, "a pena da delação premiada, quando se faz para atingir pessoas e esconder outras, deveria ser dobrada"; ele também disse que não conhece e nunca teve contato com o doleiro Alberto Youssef

Presidente do Senado Federal, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), concede entrevista
Presidente do Senado Federal, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), concede entrevista (Foto: Voney Malta)
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247 – Em reportagem publicada no cadaminuto.com.br, o senador Renan Calheiros (PMDB) condenou o uso político da delação premiada, utilizada como benefício pelo ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto da Costa, na revelação de supostamente haver um esquema de distribuição de propina para parlamentares, governadores e um ministro.

As declarações do senador foram dadas a imprensa em Maceió, ontem (6). Ele também teria tido o nome citado por Paulo Roberto em depoimento à Justiça. "Acredito que pena da deleção premiada quando se faz para atingir pessoas e esconder outras deveria ser dobrada", afirmou Renan.

Calheiros garantiu que nunca teve nenhum tipo de contato com o doleiro Alberto Youssef e não o conhece.  "O claro uso político da delação premiada será um aprendizado para o país", explicou Renan Calheiros.

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