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Rossetto: “Não haverá golpe e nem impeachment”

Ministro do Trabalho, Emprego e Previdência Social, Miguel Rossetto, afirmou "não haverá golpe e nem impeachment, haverá democracia e direitos", em uma referência à possibilidade de a presidente Dilma deixar o cargo e a exarcebação política em função do pedido de prisão do ex-presidente Lula pelo Ministério Público de São Paulo; ao comentar os planos de reforma da Previdência, Rossetto disse que não existe uma data para que o governo apresente uma proposta ao Congresso

Brasília - O Conselho Curador do FGTS realiza reunião sob o comando do ministro do Trabalho e Previdência Social (MTPS), Miguel Rossetto. Na pauta, o voto do Ministério das Cidades que propõe a suplementação do orçamento operacional para 2016 (Foto: Paulo Emílio)

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247 - O ministro do Trabalho, Emprego e Previdência Social, Miguel Rossetto, disse que não "não haverá golpe e nem impeachment, haverá democracia e direitos", em uma referência à possibilidade de a presidente Dilma Rousseff deixar o cargo e o acirramento político decorrente do pedido de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva feito pelo Ministério Público de São Paulo.

Rossetto disse, ainda, que não existe uma data para que o governo apresente ao Congresso uma proposta para a reforma da Previdência. "Estamos trabalhando com o calendário de 60 dias para apresentar um diagnóstico para a presidente. É evidente que a dinâmica política, especialmente do Congresso Nacional, o posicionamento dos partidos e das lideranças vai determinar, e muito, o ritmo desse trabalho, da mesma forma que as opiniões das centrais sindicais e setor empresarial", disse.

O ministro, porém, assegurou que a presidente Dilma não deverá promover alterações nos direitos adquiridos dos trabalhadores. "Os direitos adquiridos estão garantidos e qualquer hipótese de transição será clara, lenta, rigorosa para permitir e garantir uma transição adequada", destacou.

Segundo ele, a presidente Dilma tem insistido no tema como sendo necessário para que o Brasil volte a crescer. "O Brasil tem que voltar a crescer, tem que ter desenvolvimento e prioridade na geração de trabalho e emprego no País", observou. 

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