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Rui critica Cunha: “onde está a soberania popular?”

Presidente do PT comenta o fato de a Comissão especial da Câmara ter aprovado, ontem, a redução da maioridade penal para crimes violentos com as portas do plenário fechadas aos manifestantes; "O que esperar de parlamentares que tomam decisões a portas fechadas para não ouvir manifestações contrárias? Onde está a soberania popular?", questionou Rui Falcão, no Twitter, nesta manhã; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também já avisou que a votação em plenário, no dia 30, não permitirá a entrada da população

Presidente do PT comenta o fato de a Comissão especial da Câmara ter aprovado, ontem, a redução da maioridade penal para crimes violentos com as portas do plenário fechadas aos manifestantes; "O que esperar de parlamentares que tomam decisões a portas fechadas para não ouvir manifestações contrárias? Onde está a soberania popular?", questionou Rui Falcão, no Twitter, nesta manhã; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também já avisou que a votação em plenário, no dia 30, não permitirá a entrada da população (Foto: Gisele Federicce)

247 – O presidente nacional do PT, Rui Falcão, criticou nesta manhã, sem citar nomes, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pela aprovação da redução da maioridade penal para 16 anos para crimes violentos. Os deputados votaram o relatório do deputado Laerte Bessa (PR-DF) a portas fechadas para manifestantes, que faziam um apitaço em protesto do lado de fora.

"O que esperar de parlamentares que tomam decisões a portas fechadas para não ouvir manifestações contrárias? Onde está a soberania popular?", questionou o dirigente petista, em sua página no Twitter, depois de compartilhar a reportagem "A portas fechadas, comissão especial da Câmara aprova redução da maioridade penal para crimes violentos", da Revista Fórum.

Cunha também já avisou que não permitirá a entrada do público na votação da matéria no plenário da Casa, marcada para o próximo dia 30. "O que nós vamos fazer é, em caso como esses, a partir de todas as reuniões da maioridade, será restrito aos parlamentares, sem plateia, visto que é um grupo organizado que quer impedir os parlamentares de debater e exercer seus direitos", justificou o parlamentar.