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Sampaio ataca Santana e pede inquérito contra PT

“Sendo o marqueteiro João Santana uma peça importante nessa obsessão petista do poder pelo poder, é provável, como desconfia a Polícia Federal, que os recursos trazidos para o Brasil de Angola tenham como origem empresas brasileiras que prestam serviço no país africano”, sugere o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP); marqueteiro nega acusações e disponibilizou na internet documentos referentes a contratos e pagamentos das campanhas do prefeito Fernando Haddad e do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, de 2002

“Sendo o marqueteiro João Santana uma peça importante nessa obsessão petista do poder pelo poder, é provável, como desconfia a Polícia Federal, que os recursos trazidos para o Brasil de Angola tenham como origem empresas brasileiras que prestam serviço no país africano”, sugere o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP); marqueteiro nega acusações e disponibilizou na internet documentos referentes a contratos e pagamentos das campanhas do prefeito Fernando Haddad e do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, de 2002 (Foto: Roberta Namour)

247 – O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), relacionou a denúncia contra o marqueteiro do PT, João Santana aos escândalos do chamado mensalão e do petrolão. Segundo ele, casos "foram arquitetados para desviar dinheiro público e financiar o projeto do PT para se manter no poder".

O jornalista é investigado por ter transferido ao Brasil, por meio de sua empresa, US$ 16 milhões em 2012. Os investigadores suspeitam de lavagem de dinheiro para beneficiar o PT.

“Sendo o marqueteiro João Santana uma peça importante nessa obsessão petista do poder pelo poder, é provável, como desconfia a Polícia Federal, que os recursos trazidos para o Brasil de Angola tenham como origem empresas brasileiras que prestam serviço no país africano”, disse Sampaio.

Tanto o partido quanto Santana negaram as acusações. O marqueteiro disponibilizou na internet documentos referentes a contratos e pagamentos das campanhas do prefeito Fernando Haddad e do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, no ano da remessa do exterior.

Leia aqui reportagem da ‘Folha de S. Paulo’ sobre o assunto.