Sem decolar, Ciro pede que eleitor desconsidere institutos de pesquisas

Sem conseguir decolar nas pesquisas eleitorais, onde oscila entre 11% e 13% das intenções de voto, Ciro Gomes (PDT) colocou em dúvida a idoneidade dos institutos de pesquisas; "Não é razoável que um cidadão amadurecido politicamente entregue sua decisão e da sua família a institutos de pesquisa, nem porque podem ser desonestos (...), mas porque estamos num sistema em que podemos ter duas opções, uma no primeiro turno e outra no segundo, por isso devemos votar em quem achamos melhor", afirmou 

Sem decolar, Ciro  pede que eleitor desconsidere institutos de pesquisas
Sem decolar, Ciro pede que eleitor desconsidere institutos de pesquisas (Foto: REUTERS/Sergio Moraes)

247 - Sem conseguir decolar nas pesquisas de intenção de voto, o candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, colocou em dúvida a idoneidade dos institutos de pesquisas e pediu que o eleitor não se deixe influenciar pelos levantamentos. Segundo o Datafolha Ciro aparece estagnado com 13% da preferência do eleitorado, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que lidera a disputa presidencial, com 28%, e de Fernando Haddad (PT), que possui 16%.

"Não é razoável que um cidadão amadurecido politicamente entregue sua decisão e da sua família a institutos de pesquisa, nem porque podem ser desonestos —porque estamos no país em que até deputado se compra quanto mais instituto de pesquisa—, mas porque estamos num sistema em que podemos ter duas opções, uma no primeiro turno e outra no segundo, por isso devemos votar em quem achamos melhor", afirmou Ciro.

Ciro também aparece aparece em terceiro lugar na pesquisa divulgada esta semana pelo Ibope. Segundo o levantamento, ele possui 11% das intenções de voto, contra 19% de Haddad e 28% de Bolsonaro.

O presidenciável, que nesta quinta-feira (20) participou de um ato de campanha no Instituto dos Arquitetos do Brasil, em São Paulo, também criticou o voto em Jair Bolsonaro (PSL), que lidera as pesquisas de intenção de voto.

"O pior é que uma fração da população, por um misto de desânimo e revolta sem causa descamba para o nazismo, para a violência e para a ruptura da prática democrática e do diálogo", ressaltou.

 

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