Sem votar LDO, Câmara faz acordo para folga 'informal' em julho
Recesso oficial nas próximas duas semanas dependeria da votação, pelos deputados, da Lei das Diretrizes Orçamentárias, o que não acontecerá essa semana, segundo o presidente da Casa, Henrique Alves (PMDB); mesmo sem recesso, não haverá sessões deliberativas (de votação) na Casa porque os deputados já estarão envolvidos com as eleições gerais; acordo foi acertado hoje
Agência Câmara - O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015 (LDO - PLN 3/14) não deverá ser votada nesta semana e, por isso, por decisão unânime dos líderes partidários, não haverá recesso oficial na Câmara nas próximas duas semanas.
Mesmo sem recesso, não haverá sessões deliberativas (de votação) na Casa porque os deputados já estarão envolvidos com as eleições gerais.
Em agosto e em setembro, porém, deverão ser realizadas duas semanas de esforço concentrado – uma em cada mês.
O líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), disse que estão marcadas duas sessões da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, mas reconhece que as reuniões podem não ocorrer, devido à resistência do governo em participar das reuniões.
O líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), disse que, às vésperas das eleições, fica difícil acreditar que a CPMI não será apenas um palco eleitoral.
Agora à tarde, a Câmara tenta votar a suspensão do decreto (PDC 1491/14) da presidente Dilma Rousseff que cria a Política Nacional de Participação Social.
