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Senador tucano recorre à Roma antiga para dizer sim ao impeachment

Em artigo intitulado 'crimes à luz da constituição', o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima, recorre ao '"estadista, orador e filósofo romano, Marco Túlio Cícero, nascido em 106 a.C."', que, segundo ele, afirmou que '"a fraude é a mais desprezível forma de crime"'; o tucano antecipa seu voto pelo 'sim', e volta a criticar a presidente Dilma Rousseff por denunciar o golpe ao mundo; "O próprio ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli disse que 'falar que o processo de impeachment é um golpe depõe e contradiz até a atuação da defesa da presidente"

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Em pronunciamento, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). Foto: Ana Volpe/Agência Senado (Foto: Romulo Faro)
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247 - Em artigo intitulado 'crimes à luz da constituição', publicado no jornal Folha de S. Paulo neste sábado (23), o senador paraibano Cássio Cunha Lima, líder do PSDB, recorre ao '"estadista, orador e filósofo romano, Marco Túlio Cícero, nascido em 106 a.C."', que, segundo ele, afirmou que '"a fraude é a mais desprezível forma de crime"'.

"Para ele, de todas as injustiças, 'a mais abominável é a dos homens que, quando enganam, procuram parecer homens de bem!'", diz o tucano. O senador antecipa seu voto pelo 'sim', e volta a criticar a presidente Dilma Rousseff por denunciar o golpe ao mundo.

"O próprio ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli disse que 'falar que o processo de impeachment é um golpe depõe e contradiz até a atuação da defesa da presidente, que tem se defendido na Câmara dos Deputados, agora vai se defender no Senado, se socorreu do Supremo Tribunal Federal, que estabeleceu parâmetros e balizas garantindo a ampla defesa'", argumenta Cássio Cunha Lima.

Leia aqui a íntegra do artigo.