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Poder

Sérgio Guerra critica "tom eleitoreiro" de Dilma

"O PT está há quase 10 anos no poder. Tempo suficiente para resolver os problemas da área energética. Reclame menos e faça mais, presidente", disse o presidente nacional do PSDB pelo Twitter

Sérgio Guerra critica "tom eleitoreiro" de Dilma (Foto: Edição/247)
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247 - A presidente Dilma Rousseff críticou mais uma vez o modelo energético do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, durante o anúncio da redução das tarifas de energia no país, e, a exemplo do que ocorreu após seu pronunciamento de 7 de setembro, o PSDB saiu em defesa de FHC. "Perto de completar 10 anos no comando do país, o PT ainda tenta atribuir a FHC os problemas que não conseguiu resolver com Lula e Dilma", tuitou o presidente nacional do partido, Sérgio Guerra.

"Dilma repetiu hoje o tom eleitoreiro feito no 7 de Setembro, em mais um gesto para ajudar os candidatos de seu partido nas eleições", continuou Guerra, acrescentando que "Ao contrário do PT na oposição, que não cogitava elogiar qualquer iniciativa do Executivo, o PSDB louva a redução da tarifa da luz elétrica". O deputado federal finalizou a série de tuítes mandando uma mensagem para a presidente: "O PT está há quase 10 anos no poder. Tempo suficiente para resolver os problemas da área energética. Reclame menos e faça mais, presidente!".

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Além disso, o PSDB também distribuiu nota à imprensa sobre o assunto. Leia na íntegra:

NOTA À IMPRENSA

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Perto de completar uma década no comando do país, o PT ainda tenta atribuir ao governo de Fernando Henrique Cardoso os problemas que não conseguiu resolver nos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e em quase metade do governo da presidente Dilma Rousseff.

Repetindo o tom eleitoreiro de seu último pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, que foi ao ar na véspera do 7 de setembro, a presidente Dilma voltou hoje ao ataque, em mais um gesto para ajudar os candidatos de seu partido nas eleições municipais deste ano.

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Ao contrário do PT na oposição – que não cogitava elogiar ou apoiar qualquer iniciativa do Executivo, ainda que em favor do interesse do país – o PSDB louva a redução da tarifa de energia elétrica anunciada agora pelo governo Dilma, ainda que a medida só entre em vigor em janeiro do próximo ano.

Mas não podemos deixar de refrescar a memória da presidente Dilma com números, não acusações vazias. Para isso, nos valemos do texto publicado hoje pela jornalista Miriam Leitão, no Globo, no qual ela ressalta haver “muita gordura para se tirar das contas de luz…e gordura colocada recentemente”.

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De 2001 para cá, o aumento acumulado da tarifa média industrial foi 201%, ou seja, bem acima dos 118% do IGP-M ou dos 87% do IPCA do mesmo período.

Vale ressaltar ainda que o custo dos encargos no MWh subiu 196% de 2003 a 2011, o que por si só já revela um atraso no ajuste das tarifas de energia, que poderiam estar em vigor há mais tempo, aumentando assim a produtividade de nossa indústria desde 2008, quando eclodiu a crise econômica mundial.

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Agora vamos analisar os riscos de apagão enfrentados pelo Brasil na última década, conforme lembrou nesta terça-feira a presidente Dilma, tentando passar a impressão de que, com o governo do PT, o país se livrou totalmente desse problema.

Para isso, mais uma vez recorremos aos fatos. Ao fim de seu mandato à frente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em janeiro de 2009, o engenheiro e hidrólogo Jerson Kelman fez o seguinte alerta, em entrevista ao jornal Valor Econômico: o país esteve muito mais próximo de um apagão energético em janeiro de 2008, durante o governo Lula, do que em 2001, durante o governo FHC. Uma revelação, aliás, que levou o então ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, a vetar sua recondução ao cargo.

Deputado federal Sérgio Guerra (PE)
Presidente nacional do PSDB

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