Serra: Acho difícil Dilma completar o mandato

Durante o programa "Roda Viva", exibido pela TV Cultura, de São Paulo, o senador tucano José Serra diz não acreditar que Dilma chegue a 2018 no poder, embora reconheça que não há provas no momento para o impeachment; "Não existem ainda comprovadamente [razões para o impeachment de Dilma]. Sempre tem um componente político [no processo de impeachment], mas estamos numa etapa anterior", afirmou; "No presidencialismo, você não tira o governo só porque ele é ruim"; ele avaliou ainda que qualquer saída para o afastamento da presidente seria traumática, mesmo a renúncia, que foi chamada como um "gesto de grandeza" pelo ex-presidente FHC

Durante o programa "Roda Viva", exibido pela TV Cultura, de São Paulo, o senador tucano José Serra diz não acreditar que Dilma chegue a 2018 no poder, embora reconheça que não há provas no momento para o impeachment; "Não existem ainda comprovadamente [razões para o impeachment de Dilma]. Sempre tem um componente político [no processo de impeachment], mas estamos numa etapa anterior", afirmou; "No presidencialismo, você não tira o governo só porque ele é ruim"; ele avaliou ainda que qualquer saída para o afastamento da presidente seria traumática, mesmo a renúncia, que foi chamada como um "gesto de grandeza" pelo ex-presidente FHC
Durante o programa "Roda Viva", exibido pela TV Cultura, de São Paulo, o senador tucano José Serra diz não acreditar que Dilma chegue a 2018 no poder, embora reconheça que não há provas no momento para o impeachment; "Não existem ainda comprovadamente [razões para o impeachment de Dilma]. Sempre tem um componente político [no processo de impeachment], mas estamos numa etapa anterior", afirmou; "No presidencialismo, você não tira o governo só porque ele é ruim"; ele avaliou ainda que qualquer saída para o afastamento da presidente seria traumática, mesmo a renúncia, que foi chamada como um "gesto de grandeza" pelo ex-presidente FHC (Foto: Roberta Namour)
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247 – O senador José Serra (PSDB-SP) reafirmou na noite desta segunda-feira (17) que considera difícil a presidente Dilma Rousseff (PT) chegar ao fim o mandato.

No entanto, durante o programa "Roda Viva", exibido pela TV Cultura, de São Paulo, ele reconhece que não há provas no momento para o impeachment. "Você não luta pelo impeachment. Você tem que ter motivos claros. Tendo motivos claros, acho que devem votar pelo impeachment. Não existem ainda comprovadamente [razões para o impeachment de Dilma]. Sempre tem um componente político [no processo de impeachment], mas estamos numa etapa anterior", afirmou. "No presidencialismo, você não tira o governo só porque ele é ruim".

Ele avaliou ainda que qualquer saída para o afastamento da presidente seria traumática, mesmo a renúncia, que foi chamada como um "gesto de grandeza" pelo ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso nas redes sociais.

"Única saída não traumática seria a renúncia, mesmo assim seria traumático", emendou-se Serra. "A situação do Brasil é difícil. Repito, se a Dilma deixar o cargo, quem assumir vai comer o pão que o diabo amassou, o estrago atualmente é enorme."

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