Sintonizada com Lula, Dilma retoma iniciativa

Presidente pronta para anunciar, nesta sexta-feira 21, nova equipe econômica; apoio ao tripé inflação baixa, superávit fiscal e ajuste das contas públicas foi alinhado com ex-presidente Lula; "Vai ser um show. Quem fala mal da Dilma vai se surpreender", disse ele, em Foz do Iguaçu; em Brasília, Dilma alfinetou noticiário sobre escolha do novo ministro da Fazenda; "Eu não divulguei nada. Vocês dão fora atrás de fora", divertiu-se; segredo do fato político a ser anunciado está preservado; segundo governo vai começar agora

Presidente pronta para anunciar, nesta sexta-feira 21, nova equipe econômica; apoio ao tripé inflação baixa, superávit fiscal e ajuste das contas públicas foi alinhado com ex-presidente Lula; "Vai ser um show. Quem fala mal da Dilma vai se surpreender", disse ele, em Foz do Iguaçu; em Brasília, Dilma alfinetou noticiário sobre escolha do novo ministro da Fazenda; "Eu não divulguei nada. Vocês dão fora atrás de fora", divertiu-se; segredo do fato político a ser anunciado está preservado; segundo governo vai começar agora
Presidente pronta para anunciar, nesta sexta-feira 21, nova equipe econômica; apoio ao tripé inflação baixa, superávit fiscal e ajuste das contas públicas foi alinhado com ex-presidente Lula; "Vai ser um show. Quem fala mal da Dilma vai se surpreender", disse ele, em Foz do Iguaçu; em Brasília, Dilma alfinetou noticiário sobre escolha do novo ministro da Fazenda; "Eu não divulguei nada. Vocês dão fora atrás de fora", divertiu-se; segredo do fato político a ser anunciado está preservado; segundo governo vai começar agora (Foto: Ana Pupulin)

247 – Convencida pela ideia de sustentar a política econômica no tripé inflação baixa, superávit fiscal e ajuste de contas públicas nos próximos anos, a presidente Dilma Rousseff está disposta a marcar esta sexta-feira 21 o início, na prática, do seu segundo mandato. Isso acontecerá pelo anúncio da nova equipe econômica, cujos nomes vão sinalizar o compromisso com as três principais metas econômicas da gestão. Na reta final, o trio mais cotado era formado pelo ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy, para a Fazenda, Nelson Barbosa, para o Planejamento, e Alexandre Tombini, no Banco Central.

Em sintonia com Dilma, o ex-presidente Lula quebrou uma série de dez dias sem declarações públicas para defender, antecipadamente, as escolhas a serem anunciadas pela presidente.

- Quem fala mal de Dilma vai se surpreender. Vai ser um show, disse ele, em Foz do Iguaçu.

O ex-presidente visitou um projeto hídrico do governo federal na região. Em entrevista, ele desviou de uma resposta direta sobre a evolução das investigações da operação Lava Jato.

- Tem de perguntar para a Polícia Federal, respondeu. Lula usou a oportunidade para criticar os adversários políticos do governo e a mídia pelo tom geral do noticiário.

- Parece que as eleições não acabaram. O ódio é exatamente porque a filha de um agricultor está virando doutora nesse país, acentuou Lula.

- A gente toma café-da-manhã, almoça e janta desgraça neste país, reclamou, sendo irônico a seguir.

- Eu queria que a minha querida imprensa que parece ter predileção por anunciar desgraças ouvisse o depoimento das pessoas que participam do programa Cultivando Água Boa, que eu ouvi hoje de manhã, pediu.

Nesta mesma tarde de quinta-feira 20, Dilma igualmente alfinetou a cobertura dada pela mídia tradicional para a escolha da nova equipe econômica. As apostas em torno do nome do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, tiveram suas fichas recolhidas pela banca. Perderam.

 




 

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