Spektor: eleição aumenta risco político

Matias Spektor diz na Folha que "o presidente eleito pode até gozar do apoio da vasta maioria dos eleitores, mas está impossibilitado de implementar de uma só tacada as reformas prometidas durante a campanha"

Matias Spektor diz na Folha que "o presidente eleito pode até gozar do apoio da vasta maioria dos eleitores, mas está impossibilitado de implementar de uma só tacada as reformas prometidas durante a campanha"
Matias Spektor diz na Folha que "o presidente eleito pode até gozar do apoio da vasta maioria dos eleitores, mas está impossibilitado de implementar de uma só tacada as reformas prometidas durante a campanha" (Foto: Leonardo Lucena)

247 - "Quem tem memória sabe que toda eleição presidencial brasileira provoca um aumento considerável do risco político", escreve Matias Spektor, no jornal Folha de S. Paulo. 

"Isso ocorre porque o presidente eleito pode até gozar do apoio da vasta maioria dos eleitores, mas está impossibilitado de implementar de uma só tacada as reformas prometidas durante a campanha. Antes de atender às demandas do eleitor ele precisa atravessar uma penosa costura parlamentar em que as preferências do eleitorado valem pouco e na qual quem manda são os grupos de interesse desprovidos de preocupação com a saúde fiscal do Estado ou a economia nacional", acrescenta.

Segundo ele, "no Brasil, mesmo quando um presidente se elege prometendo reformas, sua capacidade de entregar a promessa é limitada. Como os agentes econômicos se acautelam, o risco aumenta". "A eleição deste ano reforçará essa dinâmica perversa. Nenhum candidato no páreo consegue prometer a formação de uma maioria parlamentar a toque de caixa".

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