STF reabre ações contra Parente, Serra e Malan

Ministros de FHC no Planejamento, na Fazenda e na Casa Civil, além de ex-presidentes e diretores do Banco Central, respondem por supostas ilegalidades na assistência financeira, no valor de R$ 2,9 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, assim como outros atos decorrentes da criação, pelo CMN, do Proer; a ação estava trancada há oito anos e foi desarquivada a pedido do MPF

Ministros de FHC no Planejamento, na Fazenda e na Casa Civil, além de ex-presidentes e diretores do Banco Central, respondem por supostas ilegalidades na assistência financeira, no valor de R$ 2,9 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, assim como outros atos decorrentes da criação, pelo CMN, do Proer; a ação estava trancada há oito anos e foi desarquivada a pedido do MPF
Ministros de FHC no Planejamento, na Fazenda e na Casa Civil, além de ex-presidentes e diretores do Banco Central, respondem por supostas ilegalidades na assistência financeira, no valor de R$ 2,9 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, assim como outros atos decorrentes da criação, pelo CMN, do Proer; a ação estava trancada há oito anos e foi desarquivada a pedido do MPF (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 -  O Supremo Tribunal Federal (STF) admitiu um recurso apresentado pelo Ministério Público Federal e reabriu ações por improbidade administrativa contra três ministros do governo Fernando Henrique Cardoso. Pedro Malan (Fazenda), José Serra (Planejamento) (PSDB-SP) e Pedro Parente (Casa Civil), além de ex-presidentes e diretores do Banco Central.

A informação é do jornal "O Estado de S. Paulo".

As ações questionavam assistência financeira no valor de R$ 2,9 bilhões pelo Banco Central ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, assim como outros atos decorrentes da criação, pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer).

As ações foram arquivadas faz oito anos.

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