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Temer: Citibank deu 'o.k.' à compra de Pasadena

Vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) atua no Congresso para desestimular assinaturas ao requerimento da CPI da Petrobras, sob o argumento de que Ministério Público, a Polícia Federal e a própria estatal já investigam a compra da refinaria nos EUA; segundo ele, o ministro Guido Mantega lhe revelou que um parecer da vantagem econômica do negócio foi dado pelo Citibank na época; Temer reconhece ainda a existência de um movimento muito forte pelo 'Volta, Lula', mas segundo ele, a onda refluiu há dez dias: "O 'Volta, Lula' não é coisa do PMDB. É fruto de um relacionamento um pouco mais difícil de setores do PT com a presidente"

Vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) atua no Congresso para desestimular assinaturas ao requerimento da CPI da Petrobras, sob o argumento de que Ministério Público, a Polícia Federal e a própria estatal já investigam a compra da refinaria nos EUA; segundo ele, o ministro Guido Mantega lhe revelou que um parecer da vantagem econômica do negócio foi dado pelo Citibank na época; Temer reconhece ainda a existência de um movimento muito forte pelo 'Volta, Lula', mas segundo ele, a onda refluiu há dez dias: "O 'Volta, Lula' não é coisa do PMDB. É fruto de um relacionamento um pouco mais difícil de setores do PT com a presidente" (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em meio a queda-de-braço do governo com a oposição contra a instauração da CPI da Petrobras, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse que o ministro Guido Mantega lhe revelou que um parecer da vantagem econômica da compra de Pasadena foi dado pelo Citibank na época.

Em entrevista ao Valor, ele disse desestimular assinaturas ao requerimento da CPI da Petrobras, no PMDB, com o argumento de que o Ministério Público, a Polícia Federal e a empresa já investigam tudo.

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Temer também reconhece a existência de um movimento muito forte pelo 'Volta, Lula', mas segundo ele, a onda refluiu há dez dias. "O 'Volta, Lula' não é coisa do PMDB. É fruto de um relacionamento um pouco mais difícil de setores do PT com a presidente", disse.

Quanto à aliança PT-PMDB, afirma que segue firme este ano, apesar de incompatibilidades em alguns Estados, mas afirma que partido visa preparar um candidato próprio à Presidência para 2018: "O país não comporta tantos partidos (32). Desmoraliza a democracia".

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Leia aqui a entrevista na íntegra.

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