Temer diz que ele e Dilma “acertaram os ponteiros”

"Conversamos, eu e a presidente e, digamos assim, acertamos os ponteiros", disse o vice-presidente nesta quinta-feira 10, um dia depois do encontro com a presidente Dilma; "Ela compreendeu as manifestações que fiz de maneira pessoal. Se fosse um instrumento político, teria feito outra escrita", completou, sobre a carta em que reclama ser um "vice decorativo"

Brasília-DF 11-08-2015 Fotos Lula Marques/Agência PT. Presidenta Dilma durante cerimônia de anúncio do Programa de Investimento em Energia Elétrica
Brasília-DF 11-08-2015 Fotos Lula Marques/Agência PT. Presidenta Dilma durante cerimônia de anúncio do Programa de Investimento em Energia Elétrica (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O Vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), afirmou que ele e a presidente Dilma Rousseff conseguiram "acertar os ponteiros" no encontro que tiveram na noite desta quarta-feira (9), poucas horas após o teor de uma carta enviada por Temer a Dilma, onde ele se dizia "menosprezado pelo governo", ter vindo à público.

"Conversamos, eu e a presidente e, digamos assim, acertamos os ponteiros", disse durante uma palestra em Porto Alegre (RS). "Ela compreendeu as manifestações que fiz de maneira pessoal. Se fosse um instrumento político, teria feito outra escrita", completou. Dilma está de viagem à Argentina para assistir a posse do presidente Maurício Macri.

Na quarta-feira, pouco após a reunião, Temer havia dito que ele e a presidente haviam firmado entendimento para "manter uma relação pessoal e institucional que seja a mais fértil possível". "Acertamos que tanto no plano pessoal como profissional teríamos a relação mais profícua possível. Quando isso ocorre é em nome do País", disse.

Temer também afirmou que é preciso "reunificar o país". Segundo ele, "começou a se estabelecer, nos últimos tempos, uma guerra quase fratricida entre setores da sociedade. O que nós precisamos é da pacificação nacional. Precisamos reunificar o País. Se quisermos realmente, e eu tenho trocado ideias com a presidente sobre isso, se quisermos fazer o País prosperar neste momento de dificuldade, nós temos que chamar todos os setores sociais, todos os partidos políticos. Temos que fazer quase um governo de união nacional", destacou.

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