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Temer partirá para embate direto com Janot

Para tentar barrar a denúncia de corrupção feita por Rodrigo Janot, Michel Temer partirá para o embate direto com o procurador-geral da República, acusando-o de tentar condená-lo sem provas; em reunião na noite de segunda-feira (26), no Palácio do Planalto, o peemedebista traçou com ministros e parlamentares estratégia de reação tanto política como jurídica contra a denúncia que pode afastá-lo do cargo; discurso que foi estruturado e será reproduzido é de que o procurador-geral atua contra a classe política em geral e que faz conclusões que não se sustentam pelos fatos

Para tentar barrar a denúncia de corrupção feita por Rodrigo Janot, Michel Temer partirá para o embate direto com o procurador-geral da República, acusando-o de tentar condená-lo sem provas; em reunião na noite de segunda-feira (26), no Palácio do Planalto, o peemedebista traçou com ministros e parlamentares estratégia de reação tanto política como jurídica contra a denúncia que pode afastá-lo do cargo; discurso que foi estruturado e será reproduzido é de que o procurador-geral atua contra a classe política em geral e que faz conclusões que não se sustentam pelos fatos (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Michel Temer, para tentar permanecer no cargo após a denúncia feita por Rodrigo Janot, partirá para o enfrentamento direto com o procurador-geral da República, acusando-o de tentar condená-lo sem provas.

Em reunião na noite de segunda-feira (26), no Palácio do Planalto, o peemedebista traçou com ministros e parlamentares estratégia de reação tanto política como jurídica contra a denúncia que pode afastá-lo do cargo.

As informações são de reportagem de Gustavo Uribe, Marina Dias e Bruno Boghossian na Folha de S.Paulo.

O discurso que foi estruturado e será reproduzido em defesa é de que o procurador-geral atua contra a classe política em geral e que faz conclusões que não se sustentam pelos fatos.

O principal ponto da denúncia que será contestado é a associação direta do peemedebista com a mala de R$ 500 mil recebida da JBS pelo ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures, um dos maiores aliados do presidente.

O argumento central é que o dinheiro ficou com o ex-auxiliar presidencial e que, portanto, não é possível provar que o presidente seria o beneficiário do montante.