Texto do PT cobra reformas no governo

Documento apresentado na pauta da reunião de seu diretório nacional ocorrida no sábado sugere a Dilma rever suas alianças e já admite realização de segundo turno nas eleições de 2014: "Sabemos ter pela frente um período de intensa luta política e ideológica, incluindo aí dois turnos de eleições presidenciais, para governo, Senado, deputados federais e estaduais", diz a nota

Texto do PT cobra reformas no governo
Texto do PT cobra reformas no governo (Foto: Partido dos Trabalhadores-Direto)
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247 – O PT apresentou na pauta da reunião de seu diretório nacional ocorrida no sábado, uma discussão sobre a reforma ministerial e ajustes na política econômica como as prioridades do governo Dilma Rousseff para o segundo semestre. A presidente cancelou sua ida ao evento na véspera para participar de reunião sobre a visita do papa.

Segundo reportagem da Folha, o documento ainda depende da aprovação do comando executivo petista. O texto prevê a continuidade dos protestos que mobilizaram de rua até 2014, e cobra reaproximação dos movimentos sociais para recuperar a credibilidade da sigla e das instituições políticas, com a participação no "Grito dos Excluídos" no dia 7 de Setembro e nas organizações programadas para a segunda jornada de lutas da juventude", em agosto.

O documento aponta um "esgotamento e deterioração" de parte das atuais instituições políticas, o que inclui as alianças firmadas pelo PT desde o governo Lula.

"Vitoriosos nas eleições de 2002, mas sem condições de formar uma maioria parlamentar de esquerda, o PT e o governo tiveram de executar uma política de reformas baseada em alianças cujos parceiros não se dispunham, nem se dispõem, a romper com os limites da institucionalidade conservadora", diz a resolução.

Quanto a 2014, deixa o otimismo de lado com o desempenho de Dilma e admite a realização de dois turnos na disputa pela Presidência em 2014.

"Sabemos ter pela frente um período de intensa luta política e ideológica, incluindo aí dois turnos de eleições presidenciais, para governo, Senado, deputados federais e estaduais", diz a nota.

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