Tucanos querem evitar racha sobre apoio a Temer

Na reunião que acontecerá nesta segunda-feira 12 com a Executiva Nacional do PSDB, os tucanos pretendem apenas proferir uma decisão quando houver coesão sobre permanecer na base do governo federal ou abandonar o barco de Michel Temer, investigado e cada vez mais encurralado na Lava Jato; o partido, porém, está rachado, com bastante pressão para o desembarque

Na reunião que acontecerá nesta segunda-feira 12 com a Executiva Nacional do PSDB, os tucanos pretendem apenas proferir uma decisão quando houver coesão sobre permanecer na base do governo federal ou abandonar o barco de Michel Temer, investigado e cada vez mais encurralado na Lava Jato; o partido, porém, está rachado, com bastante pressão para o desembarque
Na reunião que acontecerá nesta segunda-feira 12 com a Executiva Nacional do PSDB, os tucanos pretendem apenas proferir uma decisão quando houver coesão sobre permanecer na base do governo federal ou abandonar o barco de Michel Temer, investigado e cada vez mais encurralado na Lava Jato; o partido, porém, está rachado, com bastante pressão para o desembarque (Foto: Gisele Federicce)

247 - O PSDB pretende proferir uma decisão sobre permanecer na base do governo federal ou abandonar o barco de Michel Temer apenas quando houver coesão na reunião que acontecerá nesta segunda-feira 12 com a Executiva Nacional do partido. Alvo de inquérito por três crimes no STF e gravado em delação da JBS, Temer está cada vez mais encurralado na presidência.

Os tucanos, porém, estão rachados. Há bastante pressão para o desembarque, mas caciques da sigla, entre eles os ministros de Temer, como Aloysio Nunes, e o governador Geraldo Alckmin farão de tudo para que permaneçam no governo.

Já os defensores da tese do desembarque acreditam que a decisão garantirá o discurso político nas eleições de 2018, informa a Coluna do Estadão neste domingo 11. O senador afastado Aécio Neves, flagrado em gravação da PF, não deverá participar do encontro.

Segundo levantamento realizado pela Folha, dos 49 parlamentares tucanos que responderam ao jornal, 19 defendem o desembarque do governo. Outros 19 desejam continuar na base e 11 estão indecisos ou não opinaram.

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