Um quarto dos deputados da comissão do impeachment é investigado no STF

Dos 65 membros da Comissão Especial que vai analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, 16 são alvos de investigação no STF por diversos crimes, a maioria corrupção, crime eleitoral e lavagem de dinheiro; entre eles estão Paulo Maluf (PP), Paulinho da Força (SD), Nilson Leitão (PSDB), além de Fernando Francischini (SD), acusado pelo senador Delcídio do Amaral de pedir dinheiro para barrar requerimentos de convocação de empresários na CPI da Petrobras

Dos 65 membros da Comissão Especial que vai analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, 16 são alvos de investigação no STF por diversos crimes, a maioria corrupção, crime eleitoral e lavagem de dinheiro; entre eles estão Paulo Maluf (PP), Paulinho da Força (SD), Nilson Leitão (PSDB), além de Fernando Francischini (SD), acusado pelo senador Delcídio do Amaral de pedir dinheiro para barrar requerimentos de convocação de empresários na CPI da Petrobras
Dos 65 membros da Comissão Especial que vai analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, 16 são alvos de investigação no STF por diversos crimes, a maioria corrupção, crime eleitoral e lavagem de dinheiro; entre eles estão Paulo Maluf (PP), Paulinho da Força (SD), Nilson Leitão (PSDB), além de Fernando Francischini (SD), acusado pelo senador Delcídio do Amaral de pedir dinheiro para barrar requerimentos de convocação de empresários na CPI da Petrobras (Foto: Aquiles Lins)
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247 - A Comissão Especial da Câmara que vai analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff é formada por 65 parlamentares. Destes, 16 são alvos de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por diversos crimes, a maioria corrupção e crime eleitoral.

São eles:

- Paulo Maluf (PP), por crimes eleitorais;
- Aguinaldo Ribeiro (PP), por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e formação de quadrilha;
- Jerônimo Goergen (PP), por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e formação de quadrilha;
- Roberto de Britto (PP), por corrupção passiva e formação de quadrilha;
- Maurício Quintella Lessa (PR), por peculato (roubo praticado por servidor público);
- Paulo Magalhães (PSD), por crime eleitoral;
- Danilo Forte (PSB), por crime eleitoral;
- Benito Gama (PTB), por crime eleitoral;
- Weverton Rocha (PDT), por fraude na Lei de Licitações;
- Paulinho da Força (SD), por corrupção passiva;
- Alex Manente (PPS), por crime eleitoral;
- Bacelar (PTN), por peculato (roubo praticado por servidor público);
- Junior Marreca (PEN), por emprego irregular de verba pública;
- Vicente Cândido (PT), por corrupção ativa;
- José Mentor (PT), por corrupção passiva;
- Nilson Leitão (PSDB), por corrupção passiva e fraude na Lei de Licitações.

Além desses, há também na comissão o deputado Fernando Francischini (SD), que foi acusado pelo senador Delcídio do Amaral em delação premiada de fazer parte de um grupo de parlamentares que pedia dinheiro para barrar requerimentos de convocação de empresários na CPI da Petrobras.

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