Valor prevê ação do Congresso para conter Lava Jato

‘A hora em que o Legislativo voltar à rotina, se voltar, uma frente suprapartidária poderá votar leis que enquadrem a Lava Jato e anulem parte de seus efeitos. Nas cúpulas partidárias não há o menor interesse em que ela continue pressionando o meio político e o apoio retórico às investigações pode ser só uma estratégia provisória para tirar Dilma e o PT do poder. Moro só deveria se expor nos autos e colar-se ao estrito espírito da lei, reforçando sua retaguarda no Judiciário e precavendo-se contra manobras espúrias’, diz o editorial do jornal

‘A hora em que o Legislativo voltar à rotina, se voltar, uma frente suprapartidária poderá votar leis que enquadrem a Lava Jato e anulem parte de seus efeitos. Nas cúpulas partidárias não há o menor interesse em que ela continue pressionando o meio político e o apoio retórico às investigações pode ser só uma estratégia provisória para tirar Dilma e o PT do poder. Moro só deveria se expor nos autos e colar-se ao estrito espírito da lei, reforçando sua retaguarda no Judiciário e precavendo-se contra manobras espúrias’, diz o editorial do jornal
‘A hora em que o Legislativo voltar à rotina, se voltar, uma frente suprapartidária poderá votar leis que enquadrem a Lava Jato e anulem parte de seus efeitos. Nas cúpulas partidárias não há o menor interesse em que ela continue pressionando o meio político e o apoio retórico às investigações pode ser só uma estratégia provisória para tirar Dilma e o PT do poder. Moro só deveria se expor nos autos e colar-se ao estrito espírito da lei, reforçando sua retaguarda no Judiciário e precavendo-se contra manobras espúrias’, diz o editorial do jornal (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o ‘Valor Econômico’, o Congresso vai agir para conter a Lava Jato. “Dois anos depois de iniciada e de causar um terremoto político no país, a Operação Lava-Jato enfrenta agora a reação organizada dos Poderes da República e os riscos advindos do personalismo de sua figura de maior evidência, o Sérgio Moro, juiz da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba”, diz o editorial desta quarta-feira.

O jornal cita o novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão, que pretende, se houver "cheiro de vazamento", trocar toda a equipe da Polícia Federal.

Acrescenta ainda: ‘A hora em que o Legislativo voltar à rotina, se voltar, uma frente suprapartidária poderá votar leis que enquadrem a Lava Jato e anulem parte de seus efeitos. Nas cúpulas partidárias não há o menor interesse em que ela continue pressionando o meio político e o apoio retórico às investigações pode ser só uma estratégia provisória para tirar Dilma e o PT do poder. Moro só deveria se expor nos autos e colar-se ao estrito espírito da lei, reforçando sua retaguarda no Judiciário e precavendo-se contra manobras espúrias’ (leia aqui).

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