Viana defende eleições antecipadas

Saída para crise econômica e política que assola o país passa pela antecipação das eleições diretas; em pronunciamento, o senador Jorge Viana (PT-AC) propôs que o Congresso siga o exemplo do parlamento inglês, que decidiu adiantar o pleito do país para negociar a retirada do Reino Unido da União Europeia; "Não podemos destruir as lideranças, a democracia, os partidos. Esse caminho vai agravar ainda mais a crise. Para mim, só há um remédio – eu falo isso há 2 anos: mais eleição", disse; "Vamos chamar eleições diretas para resolver a crise. Vamos antecipar a eleição. Vamos fazer como o Reino Unido"

Saída para crise econômica e política que assola o país passa pela antecipação das eleições diretas; em pronunciamento, o senador Jorge Viana (PT-AC) propôs que o Congresso siga o exemplo do parlamento inglês, que decidiu adiantar o pleito do país para negociar a retirada do Reino Unido da União Europeia; "Não podemos destruir as lideranças, a democracia, os partidos. Esse caminho vai agravar ainda mais a crise. Para mim, só há um remédio – eu falo isso há 2 anos: mais eleição", disse; "Vamos chamar eleições diretas para resolver a crise. Vamos antecipar a eleição. Vamos fazer como o Reino Unido"
Saída para crise econômica e política que assola o país passa pela antecipação das eleições diretas; em pronunciamento, o senador Jorge Viana (PT-AC) propôs que o Congresso siga o exemplo do parlamento inglês, que decidiu adiantar o pleito do país para negociar a retirada do Reino Unido da União Europeia; "Não podemos destruir as lideranças, a democracia, os partidos. Esse caminho vai agravar ainda mais a crise. Para mim, só há um remédio – eu falo isso há 2 anos: mais eleição", disse; "Vamos chamar eleições diretas para resolver a crise. Vamos antecipar a eleição. Vamos fazer como o Reino Unido" (Foto: Aquiles Lins)
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247 - A saída para crise econômica e política que assola o país passa pela antecipação das eleições diretas. A defesa foi feita nesta quinta-feira, na tribuna do Senado, por Jorge Viana (PT-AC). Em pronunciamento, o senador propôs que o Congresso siga o exemplo do parlamento inglês, que decidiu adiantar o pleito do país para negociar a retirada do Reino Unido da União Europeia. Ele lembrou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva surge na corrida presidencial como o favorito pelas últimas pesquisas.

"Não podemos destruir as lideranças, a democracia, os partidos. Esse caminho vai agravar ainda mais a crise. Para mim, só há um remédio – eu falo isso há 2 anos: mais eleição", disse. "Vamos chamar eleições diretas para resolver a crise. Vamos antecipar a eleição. Vamos fazer como o Reino Unido".

De acordo com Jorge Viana, o Brasil precisa ouvir a opinião pública, que está insatisfeita com os rumos do governo de Michel Temer. Ele listou os problemas que o país enfrenta, com o aumento do desemprego, a piora nos indicadores econômicos, além do desmonte dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários. É isso que explica a alta impopularidade de Michel Temer.

"Venderam para o Brasil a ideia de que o problema todo era a presidente Dilma (Rousseff)", criticou o parlamentar, lembrando que a saída do PT do governo piorou a situação, já que aumentou o desemprego. "Venderam um Brasil e estão entregando outro".

LULA

O senador apresentou três pesquisas de opinião – Vou Populi, DataPoder360 e Ibope – que apontam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como a liderança com o maior eleitorado cativo entre possíveis candidatos a presidente em 2018. Na avaliação de Viana, está claro que a população não esqueceu das conquistas sociais dos governos petistas.

"Só tem um remédio para a crise: mais eleição. Vamos antecipar as eleições diretas. Vamos fazer como o Reino Unido fez. É o único caminho, em vez de ficar falando sem a devida autoridade em nome do povo", discursou. Ele disse que o país assiste à tentativa de destruição da imagem do ex-presidente Lula e todo o seu legado. Ainda assim, é o petista quem lidera as pesquisas.

"O povo brasileiro, que não é bobo, prestando atenção, está fazendo sabe o quê? Aumentando, a cada dia que passa, a cada mês que passa, a sua decisão de que, para enfrentar esses tempos difíceis, é o Lula, porque já fez, e fez sempre, por quem mais precisava, por aqueles que não tinham, por aqueles que não podiam", concluiu.

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