Wesley afirma que seu crime foi ter assinado a delação

O empresário Wesley Batista, do grupo JBS e irmão de Joesley Batista, reclamou da conduta do Ministério Público, durante sua audiência na Justiça Federal. Ele diz que foi preso só porque assinou um acordo de delação; "Não sei que crime cometi. Começo a achar que o crime foi ter assinado um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República. Pergunto se o crime que cometi foi ter me tornado colaborador", afirmou Wesley

O empresário Wesley Batista, do grupo JBS e irmão de Joesley Batista, reclamou da conduta do Ministério Público, durante sua audiência na Justiça Federal. Ele diz que foi preso só porque assinou um acordo de delação; "Não sei que crime cometi. Começo a achar que o crime foi ter assinado um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República. Pergunto se o crime que cometi foi ter me tornado colaborador", afirmou Wesley
O empresário Wesley Batista, do grupo JBS e irmão de Joesley Batista, reclamou da conduta do Ministério Público, durante sua audiência na Justiça Federal. Ele diz que foi preso só porque assinou um acordo de delação; "Não sei que crime cometi. Começo a achar que o crime foi ter assinado um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República. Pergunto se o crime que cometi foi ter me tornado colaborador", afirmou Wesley (Foto: José Barbacena)

247 - O empresário Wesley Batista, do grupo JBS e irmão de Joesley Batista, reclamou da conduta do Ministério Público, durante sua audiência na Justiça Federal. Ele diz que foi preso só porque assinou um acordo de delação.

"Não sei que crime cometi. Começo a achar que o crime foi ter assinado um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República. Pergunto se o crime que cometi foi ter me tornado colaborador", afirmou Wesley.

Após ouvir o empresário, o juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, acatou pedido da defesa de Wesley e determinou que ele permaneça preso na carceragem da Superintendência da Polícia Federal.

Wesley foi preso na manhã desta quarta-feira. A ação faz parte da segunda fase da Operação Tendão de Aquiles, que investiga, desde junho, se os irmãos Batista se beneficiaram de seu acordo de delação para lucrar no mercado financeiro, fazendo reservas.

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