Maranhão 247Voltar para CAPA do 247

Dino: tirar a estabilidade dos servidores não resolverá o problema

SILVIO ROGERIO: <p>flavio dino</p>

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), usou sua conta no Twitter para rechaçar a reivindicação de alguns governadores eleitos, que reivindicam o fim da estabilidade dos servidores públicos; "Esclareço que não me incluo nesse conjunto; o problema do Brasil é a falta de crescimento econômico, que arrasou com as finanças públicas; tirar estabilidade dos servidores não vai resolver o problema", ressalta Flávio Dino

Dino: Lula foi preso por causa de uma deplorável conspiração de políticos

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"Getúlio, Juscelino e Lula foram grandes presidentes da República. Não foram perfeitos, pois obviamente ninguém é. Mas fizeram o país avançar. Minhas homenagens ao presidente Lula, preso não por seus erros, mas por uma deplorável conspiração de alguns políticos", afirmou o governador reeleito do Maranhão

Crise faz o Maranhão perder R$ 1,5 bi em repasses

: <p>dinheiro</p>

A crise econômica aprofundada pelo governo Temer impactou duramente nas contas do Maranhão; em 2016, somente o Fundo de Participação dos Estados (FPE) caiu R$ 475 milhões em relação a 2015; em 2017 houve queda de 7,6% no valor real da receita transferida para Estados e também para os municípios e em 2018, a diminuição de repasses entre janeiro e setembro é de 6,5%

Estados do NE querem aumento nos repasses para saúde

Tânia Rêgo/Agência Brasil: <p>O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, fala à imprensa.</p>

Os governadores do Nordeste pretendem cobrar ao presidente eleito Jair Bolsonaro aumento na participação da União no custeio da Média e Alta Complexidades Ambulatorial e Hospitalar (MAC); pleito é antigo e visa diminuir a defasagem com que os estados hoje trabalham em relação aos repasses federais para a saúde; grupo formado pelos estados do Maranhão, Ceará, Bahia, Piauí, Pernambuco, Sergipe, Paraíba e Rio Grande do Norte

Protagonismo nacional de Flávio Dino incomoda oposição no MA

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Importante liderança do PCdoB, o governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino, alcançou projeção ao derrotar o clã da família Sarney e é, até o momento, a voz política nacional mais forte contra o presidente eleito Jair Bolsonaro; lúcido em seus posicionamentos, ele já é visto como uma alternativa nacional do campo da esquerda; mas isso tem incomodado a oposição no estado

Flávio Dino convida população para posse

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil: <p>Brasília - Governador do Maranhão, Flavio Dino, fala com a imprensa após reunião com a presidenta Dilma, no Palácio do Planalto (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)</p>

“Convido a todos para a nossa posse no governo do Maranhão. Dia 1º de janeiro, 16h. Vai ser bonita, repleta de esperança e de compromissos com a Constituição e com a justiça social. Bem diferente de uma outra que vai acontecer na mesma data em Brasília”, escreveu Flávio Dino (PCdoB) nas redes sociais; ele foi reeleito no primeiro turno

Bolsonaro faz acusação falsa a Zequinha Sarney de 'vender' parte da Amazônia

Wilson Dias/Agência Brasil: <p>Brasília - O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, fala à imprensa após reunião com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto (Wilson Dias/Agência Brasil)</p>

Durante uma conversa gravada com um empresário de pesca, em 21 de outubro de 2018, dias antes do segundo turno das eleições presidenciais, o presidente eleito Jair Bolsonaro acusou falsamente o ex-ministro do Meio Ambiente José Sarney Filho de vender “parte do nosso território a ONGs internacionais”; a acusação refere-se a um acordo assinado em dezembro de 2017 para a criação de unidades de conservação na região

Flávio Dino lança as 'Escolas com Liberdade e sem Censura'

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O governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), assinou nesta segunda-feira (12) decreto instituindo "Escolas com Liberdade e Sem Censura" no estado, nos termos do artigo 206 da Constituição Federal. O Decreto se contrapõe ao projeto "Escola Sem Partido", uma das principais bandeiras da campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro. "Falar em ´Escola Sem Partido´ tem servido para encobrir propósitos autoritários incompatíveis com a nossa Constituição e com uma educação digna", escreveu Flávio Dino

Dino: oposição a Bolsonaro está nas forças populares

SILVIO ROGERIO:

"Quando olhamos o resultado da eleição presidencial vemos claramente uma clivagem de classes entre o voto do Haddad e do Bolsonaro. Acho que isso é um sinal muito poderoso para a esquerda de onde está sua vertente principal de construção. As classes populares que tem maior interesse na superação da desigualdade, embora a superação da desigualdade obscena que o Brasil tem seja de interesse de todos", avalia o governador reeleito Flávio Maranhão sobre a oposição ao governo eleito

MÍDIA

Saiba como apoiar o 247 e os Jornalistas pela Democracia

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SUDESTE

Rogério Correia sobre STJ: “nosso campo de batalha são as ruas”

: <p>Rogério Correia </p>

Na porta do STJ em Brasília, onde acompanhou o julgamento do recurso do presidente Lula, preso político há um ano em Curitiba, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) defendeu a mobilização popular; "Os membros das cortes jurídicas hoje fazem mais política do que nós, parlamentares eleitos para isso", afirmou; "Conquistamos uma vitória pequena (redução da pena de Lula), mas todos sabem que ele é inocente, pois não conseguem citar o crime que ele teria cometido"; assista 

Revista Brasil 247

Edição #259

Revista do dia

Revista Oásis - Edição #420

Colunistas

Colunista

A “historiografia” política de Jair Bolsonaro desde a década de 1980: de Newton Cruz e Amaral Netto a Trump e Netanyahu

Nicelio do Amaral Barros

À exceção de servir de maneira absolutamente subserviente aos governos imperialistas, imperialistas e terroristas de Donald Trump e ao de Benjamin Netanyahu, é certo que tanto um quanto o outro financiaram a campanha de Bolsonaro. Vejamos, resumidamente, sua trajetória política entre fins da década de 1980 e meados da década seguinte

Colunista

Quem espera acontecer está condenado à tragédia

Roberto Amaral

Uma velha lição ensina a necessidade de conjunção entre fatores subjetivos e objetivos, do concreto palpável ao simbólico. Neste sentido é preciso admitir que o bolsonarismo expressa o predomínio de uma subjetividade coletiva autoritária, sempre pronta para emergir

Colunista

Uma tarde no assentamento agrário

Regina Aquino

Desde a inscrição da candidatura de Lula à presidência, eu vinha com essa pergunta na cabeça, insistente, quem era essa gente que reuni, numa caminhada à pé, como numa escolta a candidatura de Lula, tanta gente, de todos os cantos do Brasil? Quem é esse povo destemido e leal ao nosso presidente? 

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Pisotearam a fé de um povo e mais uma vez a democracia

Cristiano Lima

Em Ouro Preto, cidade do Estado de Minas Gerais  guardas civis metropolitanos  foram flagrados sem nenhum constrangimento pisoteando o tapete confeccionado  por fiéis que trazia a imagem de Marielle Franco (PSOL). O fascismo e o ódio às minorias vieram no bolo azedo das eleições de 2018 que vem causando uma diarreia grave em todo o Brasil

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Com silêncio sobre censura, OAB mostra seu pior lado

Michel Zaidan

Ao invés de tomar posição em favor da legalidade e condenar os vícios de certas decisões, põe-se de maneira mais cômoda ao lado das autoridades judiciais e administrativas do país. Foi o que aconteceu, por exemplo, em relação à censura imposta a dois veículos da imprensa que publicaram parte de depoimentos prestados por executivos da Odebrecht sobre o nome de um ministro do STF

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Má fama de Bolsonaro explode no exterior

Eduardo Guimarães

Palhaço, maníaco, ditador são alguns dos muitos nomes pouco lisonjeiros pelos quais Bolsonaro está ficando mundialmente famoso. Os micos que o país está pagando no exterior por conta de seu presidente estão nos causando recessão e desemprego

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Lara Resende detona ultraneoliberalismo de Guedes

César Fonseca

Guedes acaba com o Estado nacional, vulnerabilizando soberania nacional, ao focar no acessório e não no essencial; o essencial, para Lara Resende, é reformular a política econômica e monetária, que coloca o governo submetido aos interesses do mercado financeiro

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A entrevista do século

Valéria Guerra Reiter

Atentos brasileiras e brasileiros! É chegada a hora, a entrevista do século se avizinha, e sua importância tornar-se-á um célebre acontecimento secular, que pode se constituir em um marco histórico, já que LULA E A DEMOCRACIA se confundem

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Calma gente, Bolsonaro só tem 100 dias de governo!

Lais Gouveia

“Calma, o Bolsonaro só governou 100 dias, não dá tempo de fazer nada em 100 dias”; esse foi o pedido que uma pessoa x me fez; após o suplício, fiquei pensando sobre o quanto o Brasil pode se dar ao luxo de sentar no sofá, ligar na Rede Record, e ter calma para esperar o presidente parar de defecar em nossas cabeças até resolver virar presidente; caiam na real! vocês elegeram uma mamadeira de piroca e ainda pedem paciência; acho melhor entrarem no cordão dos arrependidos. É mais digno

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Bolsonaro e o Bobo da Corte que virou rei

Marconi Moura de Lima Burum

Tamanha é a ignorância cognitiva, instrumental, sociológica, estrutural e até política desse homem que ocupa o maior posto da República brasileira que a cada fala que daquela boca sai, o Brasil perde bilhões de reais em investimentos oriundos de nossos (ex-)parceiros comerciais

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O contexto da fala de Lula

Val Carvalho

Para a luta por democracia, a autorização para Lula falar é o resultado que importa dos espasmos do STF, agora alvo prioritário dos ataques fascistas da Lava Jato e seus bolsonaristas. Caso a nova autorização seja confirmada, a entrevista de Lula representará um marco no processo de retomada do Estado democrático de direito 

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O necessário autoritarismo para impor uma reforma desumana

Enio Verri

A capitalização da Previdência fará os empresários contratarem apenas pela carteira verde/amarela, condição sob a qual os rendimentos dos trabalhadores não lhes serão suficientes para contribuir, também, com a Seguridade Social, que será esvaziada. A nação está sangrando, sob um governo autoritário contra os interesses do Brasil e da classe trabalhadora

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Muito além do China in Box

Hélio Rocha

Como país multiétnico, de vasta extensão territorial e, portanto, muitas culturas, a China se assemelha ao Brasil no que diz respeito à gastronomia

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Indiozinho da terra

Valéria Dallegrave

Ele nasceu da terra, e da mãe humana transpassada pelas dores. Depois de parir, com alívio e um pouco de alegria até, a mãe embalou o filho junto ao seio. O indiozinho sabia que pertencia a terra. Não lhe doeu o ar, mas o cimento ao redor. Sentiu que algo estava profundamente errado

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Uma tapa com luva de pelica

Mailson da Silva Neto

O tão aguardado balanço de 2018 das empresas do grupo Eletrobras foi, para os que apostaram numa derrocada, uma grande surpresa. A maior geradora de energia elétrica da América Latina e Caribe chega aos seus mais de 55 anos, mostrando que a força dos seus trabalhadores supera todos os desafios

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O que significa Lula voltar a falar por entrevistas

Renato Rovai

Certamente essas entrevistas de Lula têm enorme potencial de repercutir tanto em nível nacional quanto mundial; Bolsonaro, por exemplo, pode ter que responder a Lula; "Porque, noves fora, Lula ainda é a única liderança política viva do seu campo capaz de embaralhar as peças e abrir um novo jogo em que as condições de disputa sejam menos desfavoráveis. Por isso ele está preso e silenciado"

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O condomínio do golpe fechou porque o plano original naufragou

Evilázio Gonzaga Alves

Por preconceito político, fundamentalismo econômico ou simples ignorância, boa parte da elite nacional, composta por empresários, funcionários públicos de alta remuneração, latifundiários do agronegócio, militares, políticos de centro e da direita racional, acreditavam que seria bom para o país remover a “esquerda” do poder